Capítulo 11 | Felicidade – Minha Canção

[CENA 01 – CASA DE DÁCIO/ SALA/ DIA]
(Dácio continua encarando o filho, surpreso)
HORÁCIO – Você se encontrou com aquela mulher?
DÁCIO – Foi por acaso. Eu meio que descobri onde ela mora.
HORÁCIO – Você foi até a casa dela?
DÁCIO – Sim, só que eu não diria que é bem uma casa comum.
HORÁCIO – O que ela falou para você? Que mentiras ela te contou?
DÁCIO – Ela me contou a verdade. Ela realmente nos abandou.
HORÁCIO – Eu disse a você, filho. (senta-se no sofá, um pouco triste) Se ela realmente quisesse ficar com a gente, não teria nos abandonado.
DÁCIO – (senta-se ao lado dele) Ela contou que teve que ir, porque precisava realizar o sonho dela.
HORÁCIO – Sei muito bem que sonho ela foi atrás.
DÁCIO – Ela também é dona de uma caberá!
HORÁCIO – O que? E você entrou nesse cabaré?
DÁCIO – (também confirma com a cabeça) Sim.
HORÁCIO – E o que você foi fazer neste lugar?
DÁCIO – (sabia que não podia contar para o seu pai que Daniel estava lá, então precisou mentir) Um amigo o indicou, disse que é fácil encontrar garotas lá.
HORÁCIO – (levanta do sofá, decepcionado) Ah não, filho… com tantas garotas de família, de respeito, você escolheu logo esses tipinhos de mulheres.
DÁCIO – Eu não fiquei com ninguém, só fui conhecer mesmo o local. Aí eu a encontrei lá.
HORÁCIO – Eu quero que você nunca mais volte aquele lugar, que nunca mais procure aquela mulher novamente. Promete pra mim? (Dácio fica em silêncio, abaixa a cabeça, Horácio senta-se ao lado dele) Ela que saiu das nossas vidas. Ela que quis assim. Promete pra mim que não vai mais procurá-la?
DÁCIO – (após alguns segundos de silêncio) Prometo!
HORÁCIO – E quando você quiser ajuda com garotas, me procure. Não ouça amigos, que te levem para esses tipos de lugares, está bem?
DÁCIO – Ok.
HORÁCIO – Tenho que ir agora, preciso ir até o centro, ver algumas vagas de emprego. Tchau, filho. (levanta e vai em direção à porta, sai de casa. Dácio o observa indo, assim que ele sai, deita-se no sofá, pensativo)

[CENA 02 – CASA DE PEDRO/ COZINHA/ DIA]
(Miguel está olhando para Pedro, confuso por que ele estaria enfurecido)
MIGUEL – Eu quis apenas ajudar.
PEDRO – Só que não por minhas costas. O pai é meu, eu que vou atrás dele. Então, vocês me desculpem, mas nenhum dos dois tem o direito de iniciar está busca sem mim.
FREDERICO – Queríamos apenas te prevenir de algo, filho. Tanto eu como o Miguel, não imaginaríamos que você fosse ficar assim.
PEDRO – Pois eu fiquei chateado sim. Se vocês quiserem me ajudar, terá que ser do meu jeito. Se meu pai está vivo por aí, eu que terei que encontrá-lo.
MIGUEL – Ok, não irie procurar mais sem você saber.
PEDRO – (ficando mais tranquilo) E você encontrou alguma pista sobre o meu pai, nas coisas de minha mãe?
MIGUEL – (olha para Frederico, que consente com a cabeça, para que ele conte a verdade) Eu encontrei sim algo.
PEDRO – O que?
MIGUEL – Uma foto de um cara com a sua mãe.
PEDRO ­– E quando vocês iam me contar isso?
FREDERICO – Pensamos inicialmente em ir atrás deste cara, saber onde ele mora, se tem família, e também verificar se ele realmente é seu pai.
MIGUEL – Afinal, também tem a possibilidade dele não ser.
FREDERICO – Não queríamos criar expectativas em você, em torno disso. Gostaríamos primeiro de ter a certeza de que é verdade, antes de contar a você.
PEDRO – Onde está foto?
FREDERICO – Lá no meu quarto.
PEDRO – O senhor poderia pegá-la, por favor?! Eu quero ver esse cara.
FREDERICO – Está bem. (levanta-se e sai da cozinha, Miguel começa a se servir, fica um pequeno silêncio entre os dois)
PEDRO – Acho que eu devo te pedir desculpas, pelo o momento explosivo de minutos atrás.
MIGUEL – De boa, Pedro. Eu te entendo. Realmente, não devíamos ter feito isso por suas costas.
PEDRO – Se minha mãe me escondeu deste cara por algum motivo, eu quero saber, seja ele qual for.
MIGUEL – Você tá no seu direito! (os dois voltam a ficar silêncio, Frederico retorna com a foto na mão)
FREDERICO – Está é a foto. (entrega para Pedro, que observa atentamente o homem que está ao lado de sua mãe, tentando reconhecê-lo)
PEDRO – Nunca o vi.
FREDERICO – (senta-se) Também não sabemos se ele ainda continua no Rio, se foi embora, vai ser um pouco difícil encontra-lo.
PEDRO – Acho que não. Tenho um amigo fera em internet, talvez ele saiba alguma forma de encontra-lo com está foto.
FREDERICO – Que amigo é esse?
PEDRO – Depois eu o apresento para vocês. Preciso ir agora. (levanta da mesa, e sai apressado da cozinha)
FREDERICO – Você não vai nem terminar seu café? (Pedro já havia saído de casa, Frederico e Miguel se olham)
MIGUEL – Agora ele vai atrás sozinho.
FREDERICO – Espero que ele não se decepcione com o que encontrar.

[CENA 03 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO/ DIA]
(Salete, Larissa, Nathaniel e algumas meninas estão no salão, ensaiando o número de abertura da noite. Enquanto Nathaniel ajudava as meninas, Salete e Larissa conversavam)
SALETE – (olhando para Larissa, que não parava de observar as meninas ensaiando) Está com saudades?
LARISSA – Confesso que sim. Era tão bom cantar neste palco.
SALETE – Mas nada está te impedindo de subir nele novamente.
LARISSA – Não sei, não quero atrapalhar o ensaio das meninas.
NATHANIEL – (se aproximando delas) Imagina se você atrapalha alguma coisa. Na verdade, iriamos adorar ouvir a nossa cantorinha favorita.
LARISSA – Tá, só vou se você cantar uma comigo.
NATHANIEL – Nem precisa pedir duas vezes. (Larissa levanta, e vai com Nathaniel até o palco, as meninas se organizam no fundo)

[CENA DE MÚSICA – FELICIDADE (SEU JORGE)]

[NATHANIEL]
Felicidade 1
É viver na sua companhia
Felicidade
É estar contigo todo dia
Felicidade
É sentir o cheiro dessa flor
Felicidade
É saber que eu tenho seu amor

[LARISSA E NATHANIEL]
Felicidade 2
É saber de verdade
Que a gente sente saudade
Quando não consegue se ver
Felicidade
É acordar ao seu lado
Tomar um café reforçado
Depois sair para correr com você

Felicidade 3
É poder jogar um pano
Colar no show do Caetano
Cantar odara até o dia raiar
Felicidade
É no fim de semana
Curtir uma praia bacana
E um pôr do sol de arrasar

1. Larissa e Nathaniel começam a música dançando, felizes. As garotas que estão no fundo também dançam. Salete apenas observa a apresentação, sorrindo.
2. Daniel sendo seguido pela música, entra no salão observando a apresentação. Caminha até Salete, senta-se ao lado dela. Ao longo da música, Larissa e Nathaniel trocam de posição em cima do palco, e em nenhum trecho deixaram a felicidade de lado.
3. Os dois se aproximam das meninas que estavam ao fundo dançando, depois retornam para frente do palco, e encerram a música. São aplaudidos por todos.

[CENA 04 – CASA DE ALICE/ SALA/ DIA]
(Alice e Marcelo vem descendo as escadas, caminham em direção à porta)
ALICE – Eu adorei o que você fez na música. Tenho certeza que meus seguidores irão amar também. Não se preocupa, que eu vou marcar você no post. Seu perfil irá bombar de seguidores, assim que eu postá-la.
MARCELO – Obrigado, mas não fiz isso por seguidores ou algo do tipo.
ALICE – (abrindo a porta) Eu sei, essa é apenas a forma que eu tenho para te agradecer.
MARCELO – Bem, tenho que ir agora. Vou tocar umas músicas numa festa daqui a pouco.
ALICE – Olha, bacana. Onde é a festa?
MARCELO – Será uma festa fechada de um pessoal aí. Se fosse aberta, te enviaria o endereço.
ALICE – Sem problema, qualquer coisa eu mesma faço outra festa daquela. (os dois riem)
MARCELO – Tchau, então. (a abraça)
ALICE – Boa festa. (sorri, Marcelo vai embora. Alice fecha a porta e sobe para o quarto, feliz)

Mais Tarde…

[CENA 05 – CASA DE DÁCIO/ SALA/ TARDE]
(Dácio passou a manhã deitado no sofá, como não tinha ninguém em casa, e estava com fome, levanta e caminha em direção à porta, antes de abri-la seu telefone toca)
DÁCIO – (sorri ao ver quem está ligando) Oi, Pedro? Quanto tempo cara! Você tá onde? Não, eu não moro mais nesta casa. Minha família precisou mudar. Eu te mando o endereço por mensagem. Claro, você pode vim aqui. Na verdade, eu estava te saída. Iria comer uma pizza numa pizzaria aqui perto, se quiser a gente por se encontrar lá. Beleza, então! Vou te mandar o endereço da pizzaria por mensagem também. Tá, ok. Te encontra lá então. Também estou com saudade, cara! (sorri, desliga o celular e sai de casa)

[CENA 06 – CASA DE OTÁVIO/ SALA/ TARDE]
(Otávio está sentado em seu piano, tocando algumas notas. Sua mãe ainda não havia chegado, e como estava com fome, decidiu pedir uma pizza. Campainha toca, ele vai atender)
OTÁVIO – Já vai! (abre a porta) Senti esse cheirinho antes mesmo de abrir a porta.
EDUARDO – (ri, olha para o piano) Estava tocando?
OTÁVIO – Sim. É meu passa tempo quando estou só.
EDUARDO – Você passa os dias sozinho? (leva a caixa de pizza em direção aos mãos de Otávio)
OTÁVIO – (recebendo a pizza) Alguns dias sim. Minha mãe faz costura para fora… (caminha até a sala, coloca a pizza em cima do sofá, pega o dinheiro que estava ao lado, volta para a porta) …durante esses dias, ela costuma passar o dia fora. Eu meio que já acostumei com o silêncio desta casa. (entrega o dinheiro para Eduardo)
EDUARDO – Sua mãe não acha perigoso, te deixar sozinho?
OTÁVIO – Eu sei tomar conta de mim.
EDUARDO – Certo. (ri, volta a olhar para o piano) Que música você estava tocando?
OTÁVIO – Nenhuma. Só estava tocando algumas notas aleatória. (lembra que Eduardo queria tocar uma música) Você quer tocar sua música?
EDUARDO – Posso?
OTÁVIO – Claro.
EDUARDO – Licença. (entra, coloca sua mochila ao lado e caminha até o piano. Otávio fecha a porta, caminha até o sofá, pega a pizza, abre a caixa e retira uma fatia, Eduardo havia sentado no piano, preparava-se para tocar) Seu piano é muito bonito.
OTÁVIO – Valeu. E olha que ele é de segunda mão. Minha mãe comprou quando eu fiz 12 anos. (Eduardo toca um trecho de A Thousand Years, a mesma música quando ele e Letícia se conheceram. Otávio foca sua audição na música. Ao longo do pequeno trecho, Eduardo fecha os olhos e em sua mente vem a lembrança de Letícia, sorri e logo em seguida para de tocar) Por que parou?
EDUARDO – Essa música me faz lembrar de alguém muito importante na minha vida. Infelizmente, eu perdi essa pessoa.
OTÁVIO – (levanta, caminha até o piano) Ela foi embora?
EDUARDO – Pra sempre!
OTÁVIO – Lamento.
EDUARDO – Sem problema. (levanta-se do piano, caminha em direção à porta) Obrigado, de verdade. Eu só queria voltar a ouvir essa música sendo tocada em um piano novamente. Bem, tenho que voltar para pizzaria agora.
OTÁVIO – Sempre que você precisar tocar ela novamente, basta me procurar. De preferência com uma pizza em mãos. (os dois riem)
EDUARDO – Valeu, pode deixar! (abre a porta e sai de casa. Otávio senta-se em frente do piano, e toca a música que Eduardo tocou)

[CENA 07 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO/ TARDE]
(Nathaniel e Daniel estão sozinhos no salão, Larissa havia ido embora, as meninas foram para seus quartos se arrumarem. Daniel está ajudando-o com as mesas)
DANIEL – Você e aquela garota cantaram muito bem. Ela trabalhou aqui?
NATHANIEL – Sim. Você chegou poucos dias depois que ela saiu.
DANIEL – Deixa eu adivinhar. Algum cliente se apaixonou por ela, e a tirou daqui.
NATHANIEL – Mais ou menos isso. Esse cliente tem uma gravadora, e assinou um contrato com ela.
DANIEL – Bom para ela, né!
NATHANIEL – Sim. E você, quando vai criar coragem para falar com seu pai?
DANIEL – Não sei. Talvez ele nem esteja preocupado comigo. Acho que até morri para ele.
NATHANIEL – Nossa, não diga isso garoto. Por mais que os pais comentam erros, eles nos amam.
DANIEL – Como era a relação com os seus? Eles te aceitaram depois que você se assumiu?
NATHANIEL – Eu nunca conheci meus pais. Na verdade, desde que me entendo por gente, que cresci na rua. Um dia, a Salete me encontrou ardendo em febre na calçada do cabaré, ela ficou com pena e me colocou pra dentro. Desde então, que estou com ela. Salete é a única pessoa mais perto de uma família que eu posso ter.
DANIEL – Salete tem um grande coração mesmo!
NATHANIEL – Eu que o diga.
DANIEL – Dácio precisa perdoar a mãe. Acho que vou ligar para ele.
NATHANIEL – Melhor deixar as coisas darem um tempo. A conversa que os dois tiveram ontem deve ter sido muito tensa, melhor as coisas se acalmaram, e se ele realmente quiser perdoar a mãe, ele virá atrás dela.

[CENA 08 – PIZZARIA/ TARDE]
(Dácio está sentado em uma mesa, comendo uma pizza e esperando Pedro. Ao vê-lo entrar na pizzaria, levanta e o abraça)
PEDRO – Dácio! Quanto tempo, amigo?!
DÁCIO – Né! Senta, acabei pedindo uma pizza, estava morrendo de fome.
PEDRO – Sem problema.
DÁCIO – Voltou quando?
PEDRO – Cheguei semana passada. E dessa vez para ficar.
DÁCIO – Sério? Vamos estudar juntos novamente!
PEDRO – É o que eu espero. Eu soube o que houve com a sua prima. Sinto muito, sei o quanto vocês eram próximos.
DÁCIO – Obrigado. E eu soube o que aconteceu com sua mãe. Como é que você tá?
PEDRO – Todos me perguntam isso, e sempre digo a mesma coisa. Estou bem!
DÁCIO – E sei que não está! Sente a falta dela ainda, né?
PEDRO – Um pouco. Mas, além de conversar com você, rever um grande amigo, te chamei aqui porque preciso de sua ajuda.
DÁCIO – Pode contar comigo. Preciso ocupar minha mente mesmo.
PEDRO – Antes de morrer, minha mãe me revelou que meu pai está vivo. Eu preciso encontrá-lo agora, e a única pista que eu tenho é essa foto. (pega a foto do bolso, e entrega para Dácio) Será que teria como você me ajudar a encontrá-lo?
DÁCIO – (sorri) Claro que posso. Será fácil! (um sorriso também cresce em Pedro)

[CENA 09 – GRAVADORA DE JÚLIO/ TARDE]
(Júlio está em seu escritório, contando o dinheiro que recebeu pela a venda da letra da música que Larissa compôs. Após contá-lo, abre seu cofre e guarda os bolos dentro dele. Larissa bate na porta neste momento)
JÚLIO – Oi, meu amor. (fecha a porta do cofre rapidamente, caminha até Larissa e a beija) Voltou cedo. Pensei que fosse ficar mais tempo com sua amiga.
LARISSA – Eu queria, mas elas precisam se preparar para a abrir a casa daqui a pouco. Então, você fez as alterações na letra da minha música?
JÚLIO – Música? Que música?
LARISSA – A música que eu compus e mostrei para você.
JÚLIO – Ah sim, aquela música. (se afasta dela, caminha até sua mesa)
LARISSA – Quero ver as alterações que você fez. Estou curiosa para ver como ficou.
JÚLIO – Eu ainda não iniciei. Na verdade, nem tive tempo de modificá-la, amor. O dia foi corrido aqui hoje. Lembra os meus amigos? Tô quase conseguindo algumas parcerias de alguns possíveis cantores que possam assinar com a gravadora.
LARISSA – Que boa notícia.
JÚLIO – Muito! Você vai ver, querida. Em pouco tempo, o dinheiro vai está entrando pra gente.

[CENA 10 – CASA DE OTÁVIO/ RUA/ TARDE]
(Saulo está do outro lado da rua, observando a casa de Otávio. Ele está ali algum tempo já, esperando por Silvana. Alguns minutos de espera, ele ver Silvana indo em direção a casa. Rapidamente, atravessa a rua e a chama)
SAULO – Silvana espera, por favor! (Silvana para de andar, virá para trás e o ver se aproximando) Fiquei um tempão te esperando aqui. Preciso conversar com você! (Silvana o ver aparentemente aflito)

[CENA 11 – LANCHONETE DO IVO/ TARDE]
(Manuela foi convidada por Éster e Thalita para darem uma volta, as três aproveitaram e estão comendo alguma coisa na lanchonete)
ÉSTER – Se não tivéssemos te chamado, você iria estragar mais um dia das suas férias, passando em casa.
MANUELA – Eu estava estudando. As aulas logo começam, então preciso me preparar.
THALITA – Tem 3 semanas ainda para as aulas começarem.
MANUELA – Eu sei, mesmo assim será o nosso último ano. Temos que começar a pensar qual faculdade escolher, Enem…
ÉSTER – Ás vezes você é nerd demais, Manuela. Férias foram feitas para diversão, não para ficarmos estudando. Se você não tem dado atenção para nós, que somos suas amigas, duvido que você esteja dando atenção para o seu namorado.
MANUELA – Ele está viajando nessas férias.
ÉSTER – E você não quis ir com ele, aposto?!
MANUELA – Ele iria para a casa de uns parentes, não podia ir junto.
ÉSTER – Ah podia sim, não tem lugar melhor para dar uns amassos com seu namorado, do que na casa de algum parente. (Alice entra na lanchonete, Manuela logo a ver)
MANUELA – Olha só quem chegou, gente! (as meninas olham para a entrada e veem Alice)
THALITA – Sabia que deveríamos ter escolhido outro local para lancharmos. (Alice que estava procurando uma mesa, acaba reparando nas meninas olhando para ela, sorri e vai até a mesa onde estão)
ALICE – Oi, meninas. Que surpresa encontrar vocês aqui. Será que eu posso sentar com vocês? (olha diretamente para Manuela, as demais se entreolham)

[CENA 12 – CASA DE PEDRO/ COZINHA/ TARDE]
(Frederico está na cozinha, lavando as louças quando seu celular toca. Ele enxuga as mãos, pega seu celular do bolso e atende)
FREDERICO – Oi, José. Sim, posso falar sim. O que aconteceu? (surpreso) Como assim o sítio pegou fogo?

Continua no Capítulo 12…

padrao


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