Capítulo 13 | Memórias – Minha Canção

[CENA 01 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO/ DIA]
(Daniel está no meio do palco, preparando-se para cantar)

[CENA DE MÚSICA – O SOL (VITOR KLEY)]

Ô, Sol 1
Vê se não esquece e me ilumina
Preciso de você aqui
Ô, Sol
Vê se enriquece a minha melanina
Só você me faz sorrir

E quando você vem
Tudo fica bem mais tranquilo
Ô, tranquilo
Que assim seja, amém
O seu brilho é o meu abrigo
Meu abrigo

E toda vez que você sai 2
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai, vai
Toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi

Ô, Sol
Vê se não esquece e me ilumina
Preciso de você aqui
Ô, Sol
Vê se enriquece a minha melanina
Só você me faz sorrir

E quando você vem 3
Tudo fica bem mais tranquilo
Ô, tranquilo
Que assim seja, amém
O seu brilho é o meu abrigo
Meu abrigo

E toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai, vai
Toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi, vai, vai

Ô, Sol 4
Vem, aquece a minha alma
E mantém a minha calma
Não esquece que eu existo
E me faz ficar tranquilo
(Sol)
Vem, aquece a minha alma
E mantém a minha calma
Não esquece que eu existo
E me faz ficar tranquilo

E toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai vai
Toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem ficar, ficou
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi, vai, vai, vai
Quem foi, vai, vai, vai

1. Daniel começa a cantar, Nathaniel continua sentado observando-o cantar. Aos poucos, Daniel vai se soltando pela música, seu nervosismo vai passando, vai se sentindo a vontade em cima do palco.
2. Algumas meninas entram no salão, e observam Daniel cantando. As três se reúnem ao redor de Nathaniel. Logo ele levanta, e começa a dançar juntos com algumas meninas, batem palmas. Isso anima Daniel.
3. Daniel começa a andar pelo palco, sorrindo e animado. Nathaniel e as meninas continuam dançando, curtindo a música.
4. Feliz e a vontade, Daniel encerra a música sendo aplaudido por todos.

[CENA 02 – PIZZARIA/ DIA]
(Eduardo continua olhando para Pedro, surpreso)
PEDRO – Eu vi a vaga de que a pizzaria estava precisando de um funcionário para o atendimento, vim me candidatar.
EDUARDO – Realmente estamos precisando de um atendente. Já que o Hiago vai sair. Bem, de qualquer forma, não esperava. Mas é só você ir até o balcão, falar com a Laila, e boa sorte.
PEDRO – Obrigado.
EDUARDO – Agora, preciso ir. Tenho que fazer essas entregas.
PEDRO – Vai lá. (sai da frente de Eduardo, que sai da pizzaria. Pedro vai até o balcão, e conversa com Laila)

[CENA 03 – CASA DE PEDRO/ SALA/ DIA]
(Miguel e Karina estão no sofá, ele está feliz por sua irmã ter vindo visitá-lo)
MIGUEL – Oh, minha irmã. Muito obrigado por ter vindo, de verdade.
KARINA – Eu precisava. Precisava saber como estava meu irmãozinho, após aquilo.
MIGUEL – Preciso seguir, né. Carla deixou o garoto, e preciso cuidar dele. Preciso ajudá-lo.
KARINA – E a sua vida?
MIGUEL – Minha vida?
KARINA – Sim. Você passou anos esperando pela Carla. Tá, vocês se casaram, passaram um tempo juntos, mas e agora? Ela se foi, você precisa continuar sua vida. Precisa construir uma família, ter filhos… você sempre quis ter filhos.
MIGUEL – Iria ter com a mulher que eu amo. E ela não está mais aqui.
KARINA – Você pode voltar a amar novamente, meu irmão! Carla foi importante para a sua vida, isso eu não nego, mas… você precisa construir a sua família.
MIGUEL – O Pedro é minha família agora.
KARINA – Por quanto tempo? Logo ele será maior de idade, e vai construir a família dele também. Será que você vai continuar fazendo parte desta família? (Miguel fica pensativo) Eu sei que você quer cuidar desse garoto, admiro isso… mas você também precisa cuidar de você. E na verdade, além de matar a saudade com o meu irmão, eu vim te trazer uma proposta.
MIGUEL – Uma proposta?
KARINA – Eu sei que nunca te pedi isso, sempre deixei claro que você se sentisse a vontade sobre trabalhar ou não na empresa, mas os negócios estão crescendo, e preciso da sua ajuda.
MIGUEL – Você está me oferecendo um emprego?
 
[CENA 04 – CASA DE MANUELA/ COZINHA/ DIA]
(Manuela continua olhando para sua mãe, sem saber o que dizer)
SARA – Se você ainda realmente quiser mudar de escola, vou hoje mesmo solicitar a sua transferência.
MANUELA – Nem lembrava mais que pedi para senhora me transferir.
SARA – Pois é, depois que aquilo tudo passou, te vejo mais feliz agora. Mas, você que sabe, filha. Se quer ou não continuar na mesma escola, junto com suas amigas.
MANUELA – Vou pensar.
SARA – Bem, preciso dessa resposta hoje. As aulas logo vão começar, e é melhor transferir-se agora.
MANUELA – Hoje mesmo darei uma resposta à senhora, está bem?
SARA – Ok. (caminha até Manuela, beija a cabeça dela) Vou indo então, até mais tarde, filha.
MANUELA – Até. (Sara sai da cozinha, Manuela continua na mesa, pensativa)

 

[CENA 05 – CASA DELLE ROSE/ Q. DE SALETE – SALÃO/ DIA]
(Salete está arrumando sua cama, quando Nathaniel entra no quarto)
NATHANIEL – Licença, você precisa ouvir o Daniel cantando. O garoto tem que abrir a casa uma noite. Ele canta muito!!
SALETE – O garoto é de menor, Nathan. Você quer trazer problemas pra mim?
NATHANIEL – Eu sei. Mas ele não irá fazer programas. Só irá cantar, ficará no palco apenas. Tipo uma participação especial.
SALETE – Eu não sei.
NATHANIEL – Acho que eu sei como convencer você. Você precisa ouvi-lo cantar.
SALETE – Em um outro momento. Tenho que ir atrás do meu filho agora.
NATHANIEL – Você irá atrás dele?
SALETE – Se ele não quer vim até mim, eu irei até ele.
NATHANIEL – Será que é uma boa ideia? Do jeito que ele saiu daqui naquele dia…
SALETE – Eu preciso ir atrás do meu filho. Preciso que ele me perdoe.
NATHANIEL – Esse perdão tem que vim dele mesmo, e não você pedindo.
SALETE – (senta-se a cama) Mas e se ele nunca vim atrás?!
NATHANIEL – (se aproxima dela, senta-se ao seu lado) Então sinto muito ter que dizer isso, mas ele não merece ter você como mãe.
SALETE – Isso é culpa do pai dele. Ele deve ter feito a cabeça do garoto, contra mim. (levanta-se) Desculpa, Nathan. Mas, eu não vou ficar aqui esperando o pai dele tirá-lo de mim. Eu não vou perder meu filho de novo.

[CENA 06 – CASA DE PEDRO/ SALA/ DIA]
KARINA – Abrimos uma outra filial na cidade vizinha, e apesar deu ter dito que daria conta de tomar conta das duas, eu não estou conseguindo.
MIGUEL – (levanta-se do sofá) E o Lucas?
KARINA – Lucas tem me ajudado e muito. Só que, graças a Deus a empresa tá se expandindo, Miguel.
MIGUEL – E porque você não contrata alguém para cuidar dessa filial?
KARINA – Pensamos nisso. Só que antes eu queria conversar com você. Ela é da nossa família, Miguel. Você tem qualificação para tomar conta dela, saberia muito bem como administrá-la. E também… você poderia voltar para São Paulo, e ficar perto de mim novamente.
MIGUEL – Fico feliz que você tenha pensado em mim, mas não levo jeito para isso minha irmã.
KARINA – Vamos fazer assim. Eu vou está no Rio até o final da semana, Assim você pensa e me diz se topa ou não.
MIGUEL – Minha decisão está tomada, já.
KARINA – Pensa um pouco, por favor. E daqui alguns dias você me dar sua decisão.

[CENA 07 – LANCHONETE DO IVO/ DIA]
(Ramon e sua banda estão prontos para o ensaio, no entanto, Pedro ainda não havia chegado)
RAMON – (ligando para Pedro) Ele não atende. Será que aconteceu alguma coisa? (Pedro entra na lanchonete nesse momento, Ramon o ver, desce do palco e caminha até ele) Onde você estava, Pedro? Estávamos preocupados já!
PEDRO – Desculpa, eu vi suas ligações, só que eu estava ocupado numa entrevista de emprego.
RAMON – Entrevista de emprego? Como assim?
PEDRO – Depois eu conto tudo. Vamos ensaiar, compensar pelo meu atraso. (caminha até o palco, Ramon o observa, depois o segue. Todos se posicionam no palco, preparam-se para cantar. Durante a música serão mostrado cenas de outros personagens)

[CENA DE MÚSICA – MEMÓRIAS (MALTA)]

Hoje eu vejo que não consigo entender 1
O que houve entre nós
Eu ainda consigo ouvir sua voz
Me dizendo o que eu já sei

Tudo tem um começo e o fim 2
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
Pra que possa tentar ser feliz
Outra vez recomeçar

E quando eu me perco em suas memórias 3
Vejo um espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir

E quando eu me perco em suas memórias 4
Vejo um espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim

Sei que você vai seguir 5
Mas eu não vou desistir
Eu espero que você se entregue neste amor
Sei que você vai seguir
Mesmo com a dor
Vai lembrar de mim

Hoje eu vejo que eu não consigo entender
O que houve entre nós

E quando eu me perco em suas memórias
Vejo um espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou
Pra mim não acabou

1. Pedro pega seu baixo, fica no centro do palco e começa a cantar. Ramon o observa. Ivo, vendo que os garotos iriam começar a cantar, foca-se neles, mesmo atendendo uma mesa.
2. Karina havia ido embora, Miguel está sozinho na sala, vendo as fotos da Carla. Olha ao redor da sala, repara no vazio que estava fazendo, fica pensativo.
3. Ramon começa a tocar na bateria, sendo acompanhado pelo os demais garotos. Pedro continua na posição que iniciou a música, focando-se para o pessoal da lanchonete.
4. Ivo continuava prestando atenção no palco, já que também, o cliente que ele estava atendendo estava prestando atenção na apresentação dos garotos.
5. Pedro encerra a música, e a banda é aplaudida pelo o pessoal, alguns até se levantam.

 

Anoitecendo…

[CENA 08 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO – Q. DE DANIEL/ NOITE]
(algumas meninas estão em cima do palco, dançando. Salete está andando pelo o salão, cumprimenta alguns clientes, mas seu filho não sai de sua cabeça. Vendo que a movimentação hoje na casa estava tranquila, ela sai um pouco do salão, em direção aos quartos)
SALETE – (batendo na porta do quarto de Daniel, entra) Oi, posso entrar?
DANIEL – (estava mexendo no celular, o guarda assim que Salete entra) Claro, Salete.
SALETE – Nathan me disse que você canta super bem. Gostaria de te ouvir cantar um dia.
DANIEL – Canto mais ou menos, não sou tudo isso. Cantava na igreja, quando eu ia com meu pai.
SALETE – Ah, é? (senta-se na cama, ao lado dele) Não pensa em falar com ele?
DANIEL – Não. Até porque, parece que até agora ele não se preocupa comigo. (fica um curso silêncio os dois em seguida)
SALETE – Eu fui atrás do Dácio hoje. Preciso do perdão do meu filho, então passei o dia em frente da casa dele, mas não o vi.
DANIEL – Acho que você não ficou sabendo, mas o Dácio mudou-se de casa.
SALETE – Mudou? Por que?
DANIEL – A família precisou ir para uma casa menor, devido economia nas despesas. Mas eu tenho o endereço, se você quiser.
SALETE – Vou querer sim, querido.
DANIEL – (pega seu celular, levanta da cama, pega um caderninho que tinha em cima da penteadeira do quarto, anota o endereço, rasga a folha e entrega para Salete) Ele está morando aqui agora.
SALETE – Obrigada, de verdade.
DANIEL – Não tem de que. Também quero que vocês se reaproximem. Dácio merece saber o quão boa é a mãe dele. (Salete sorri)
SALETE – Seu pai também precisa saber o quão bom o filho dele é, independentemente de sua orientação.
DANIEL – Isso creio que será impossível.
SALETE – Eu não acho. (levanta-se, em direção a porta) Alias, creio que o tempo já conseguiu resolver qualquer desavença entre vocês. (sorri para Daniel e sai do quarto em seguida. Daniel senta-se na cama, pensativo)

[CENA 09 – CASA DE MANUELA/ Q. DE MANUELA/ NOITE]
(Manuela está falando com suas amigas por chamada de vídeo)
ÉSTER POR VÍDEO – Você vai mudar de escola?
MANUELA – Eu não sei. Antes, eu queria mudar porque não aguentava mais as humilhações da Alice, mas agora…
ÉSTER POR VÍDEO – Agora não é mais necessário. Alice nem estuda mais com a gente, podemos terminar o último ano juntas.
THALITA POR VÍDEO – Seria bom mudarmos de colégio!
ÉSTER POR VÍDEO – O que?
THALITA POR VÍDEO – Qual é meninas? Aquela escola está chata. Imagina que bacana seria, se terminássemos num colégio novo. Com gatinhos novos…
ÉSTER POR VÍDEO – Acho que tô entendendo essa sua vontade repentina de mudar de colégio. É porque os garotos do nosso colégio você já pegou a maioria. E os que sobraram não te querem. (Manuela envergonhasse com esse assunto)
THALITA POR VÍDEO – Você está certa por partes. Sim, eu fiquei com a maioria dos garotos, pelo menos os mais gatos. Os que ficaram, é que não fazem o meu tipo.
ÉSTER POR VÍDEO – Sei.
THALITA POR VÍDEO – E outra… nos três poderíamos formar um novo trio de garotas populares neste novo colégio. Imaginem só, meninas!
MANUELA – Acho que vocês estão distorcendo o motivo de mudarmos.
ÉSTER POR VÍDEO – Essa é assim mesmo, Manuela.
THALITA POR VÍDEO – Se você mudar, eu mudo também, Manuela.
MANUELA – Sério? E você, Éster?
ÉSTER POR VÍDEO – Eu que não vou ficar sozinha naquele colégio. Se as minhas amigas mudarem, eu também mudo. (Manuela sorri)
THALITA POR VÍDEO – Então a decisão está com você, Manu. Faremos o nosso último ano em um outro colégio ou não? (Manuela olha para as duas, pensativa)

Amanhecendo…

[CENA 10 – CASA DE PEDRO/ COZINHA/ DIA]
(Miguel esta tomando seu café da manhã, quando Pedro entra)
PEDRO – Bom dia.
MIGUEL – Bom dia, Pedro. Acabei de comprar os pães, estão quentinhos.
PEDRO – Valeu, mas não vou tomar café. Não posso atrasar no meu primeiro emprego.
MIGUEL – Primeiro emprego?
PEDRO – É. Consegui um trabalho de meio período como atendente em uma pizzaria, poucas quadras daqui.
MIGUEL – (surpreso) Uau, parabéns então.
PEDRO – Valeu, então até mais tarde. Ah, não vou voltar para almoçar. Da pizzaria vou ensaiar com o pessoal, e em seguida vou visitar meu amigo. Vamos iniciar as buscas pelo meu pai.
MIGUEL – Se precisar de ajuda para qualquer coisa, estou aqui.
PEDRO – Eu sei, valeu. (sai da cozinha, Miguel continua tomando seu café, solitário, pouco decepcionado e pensativo)

[CENA 11 – CASA DE SAMUEL/ SALA/ DIA]
(Samuel vem descendo as escadas, ainda de roupão, barba para fazer e com cara abatida. Desde que Daniel saiu de casa, os dias dele tem sido diferente. Caminha em direção à cozinha, campainha toca antes dele chegar nela)
SAMUEL – Será que é meu filho? (corre apressado até a porta, abre e sorri ao ver quem é) Filho!
DANIEL – Oi!

[CENA 12 – CASA DE DÁCIO/ COZINHA – SALA/ DIA]
(Horácio está terminando seu café da manhã, quando Dácio entra na cozinha)
DÁCIO – Bom dia, pai. (senta-se à mesa) Pensei que o senhor já tivesse ido procurar emprego.
HORÁCIO – Ainda não. Decidi esperar você descer, para que pudéssemos conversar sobre sua mãe.
DÁCIO – Pensei que não fossemos mais falar dela.
HORÁCIO – E não vamos. Eu mesmo irie pedir que ela vá embora. Por isso eu quero saber onde ela está. (Dácio olha para o pai, com receio de contar onde sua mãe está. Campainha toca nesse momento)
DÁCIO – Eu atento. (levanta rapidamente da mesa, em direção à sala, abre a porta e se surpreende) Mãe? (Salete olha para o filho, sorri)

[CENA 13 – GRAVADORA DE JÚLIO/ DIA]
(Larissa entra no escritório de Júlio, o procurando. Porém, o escritório está vazio. Ao ver alguns papeis em cima da mesa dele, imagina que a letra de sua música, que Júlio está ajustando, esteja lá em cima também. Caminha até o outro lado da mesa, não senta-se. Procura entre os papeis, e ver um contrato de venda de letra de música, onde o título da música é a mesma que Larissa escreveu)
LARISSA – (surpresa) O que é isso?! (Júlio entra na sala e encontra Larissa com segurando o contrato)
JÚLIO – Larissa? O que tá fazendo aqui?
LARISSA – Que contrato é esse, Júlio? Você vendeu a minha música? (Júlio a observa, sem saber o que fazer)

Continua no Capítulo 14…

padrao


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