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Capítulo 39 | Crianças Descoladas – A Nossa Canção

Daqui seis meses…

[CENA 01 – UNIVERSIDADE DE MÚSICA (NOVA YORK)/ CORREDORES/ DIA]
(as apresentações finais da turma de Arthur terminaram, todos saem da sala de canto. Pedro e Samuka encontram-se fora da sala, quando Elisa e o namorado saem)
ELISA – (alegre) Você foi genial, amor! Hoje temos que sair para comemorar.
ARTHUR – E vamos sim. (ri, fica sério ao ver Pedro)
ELISA – Oi, meninos. Vocês deviam ter visto o Arthur arrebentando em uma música do filme Frozen.
SAMUKA – Cara, se eu não tivesse visto com os meus próprios olhos, eu não teria acreditado. Você mandou muito bem.
PEDRO – Mandou, mesmo. Parabéns.
ARTHUR – Valeu. (Mônica se aproxima deles, fica ao lado de Samuka)
MÔNICA – Olá, princesa. Pessoal inteiro está comentando sua apresentação. (mostra um trecho de Arthur cantando pelo o celular)
ARTHUR – (sorri) Não acredito que filmaram?
ELISA – Juro que não fui eu.
MÔNICA – Já está no site da universidade e está sendo um dos vídeos mais visualizados.
ELISA – Estamos pensando em sairmos para comemorar. Vocês topam?
MÔNICA – Por mim tudo bem.
SAMUKA – Bora. (Arthur e Pedro se entreolham)
ELISA – Você vem, né Pedro?
PEDRO – (ele e Arthur continua se encarando) Eu não sei… (a Elisa) … tenho que resolver algumas coisas depois daqui.
ELISA – Ah, não? Vem com a gente. Tem tanto tempo que não sairmos assim, com a turma reunida.
MÔNICA – É, Pedro. Vem com a gente. Creio que não séria problema algum, né Arthur?
ARTHUR – (fica alguns segundos em silêncio, responde) Não, não séria.
ELISA – Viu… então você virá com a gente. (comemora)

[CENA 02 – LANCHONETE (NOVA YORK)/ DIA]
(os cincos foram para a lanchonete próxima a universidade. Pediram alguns lanches, em comemoração ao exame de Arthur)
MÔNICA – (oferece batatas) Quer mais batatas fritas, princesa?
ARTHUR – (ri) Quer parar de me chamar de princesa.
ELISA – Pois, é Mônica… parece assim que você está com inveja do Arthur.
MÔNICA – Eu com inveja?
ARTHUR – Eu mandei muito bem numa música cantada por uma mulher.
MÔNICA – Grande coisa. Eu também posso mandar bem em uma música cantada por um homem.
ARTHUR – É um desafio?
MÔNICA – Você tá se achando muito, sabia. Vou adorar mostrar como você não é o único.
SAMUKA – Sério que você vai fazer isso? Olha que ele já ganhou de você duas vezes.
MÔNICA – Eu não vou perder dessa vez, porque já sei qual a música vou usar para derrotá-lo.
ELISA – Eu adorei o desafio. Que tal deixarmos isso um pouco mais interessante e fazermos uma pequena competição entre meninas contra meninos.
ARTHUR – Vocês duas contra nós?
ELISA – Sim.
MÔNICA – Eu gostei.
ARTHUR – (olha para Pedro, incomoda-se por ter que cantar com ele) Eu não sei se seria bom fazer isso uma competição.
SAMUKA – Essa rixa é entre você e o Arthur. Não nos envolva nisso.
ELISA – Ih, Mônica… parece que os meninos estão com medo de perder pra gente, hein.
SAMUKA – Medo? Não é por nada não, mas a gente iria acabar com vocês.
MÔNICA – Então aceitem, ué. (Samuka repara Arthur e Pedro, percebe o clima tenso entre os dois)
PEDRO – Eu achei bacana a ideia de vocês, mas acho que não vou poder participar.
MÔNICA – Por que não?
PEDRO – Tem o musical chegando, confesso que estou ficando ansioso por causa disso.
ELISA – Usa esse momento para descontrair um pouco.
MÔNICA – É, Pedro…  você vai participar com os garotos e está decidido.
ARTHUR – Elas têm razão. Aproveita e relaxa um pouco. (os dois se observam, Pedro não sabe se ele estava sendo sincero)
PEDRO – Ok, então.
MÔNICA – Ótimo.
SAMUKA – Como isso vai funcionar?
MÔNICA – Iremos procurar músicas cantadas por homens, vocês irão procurar cantadas por mulheres. Nos apresentaremos na universidade e os alunos decidiram o melhor grupo.
PEDRO – Não ficará meio injusto três contra dois?
MÔNICA – Querido, só nós duas é o bastante para colocar vocês no chinelo.
ARTHUR – (sorri) Não criei tanta expectativa, meninas. Vocês ainda não viram nós três cantando.
SAMUKA – É melhor vocês escolherem uma ótima música, porque não pegaremos leve com vocês. (a encara, sorri)

Agora…

[CENA 03 – CASA DE PEDRO/ Q. DE PEDRO/ NOITE]
(a festa terminou, Pedro entra no quarto, retira os sapatos, senta-se na cama. Observa algumas postagens e stories dos seus amigos, sorri. Entra no perfil de Alice, grava um áudio)
PEDRO – Acredito que você já tenha chegado ao evento. Eu também acabei de chegar em casa, vou me preparar para dormir agora. Bem, gostaria de dizer que adorei a festa. Foi o melhor aniversário que eu já tive. Acho até que foi o melhor que nós tivemos. (sorri) Mas é isso. Espero que esteja arrebentando por aí, a gente se ver amanhã. Boa noite! (envia o áudio, observa o celular por alguns segundos. O bloqueia, joga na cama, começa a tirar a roupa para dormir)

Amanhecendo…

[CENA 04 – CASA DE PEDRO/ Q. DE PEDRO/ DIA]
(Pedro desperta recebendo uma chamada em seu celular. Quando iria atendê-lo, caí a ligação)
PEDRO – 04 chamadas do meu pai?! (senta-se na cama, repara várias mensagens) Quantas mensagens. (antes de entrar no aplicativo, Paula entra no quarto)
PAULA – (triste) Oi, querido. (se aproxima dele) Que bom que estar acordado.
PEDRO – Tudo bem, tia?
PAULA – Nem sei como dizer isso… (senta-se ao lado dele) … momentos depois que a Alice saiu da festa ontem com a equipe dela, o ônibus que eles estavam… (pausa)
PEDRO – O que aconteceu tia?
PAULA – Infelizmente, o ônibus que eles estavam sofreu um acidente.
PEDRO – (preocupado) Como assim? Como a Alice estar? Onde ela está, tia? (começa a ficar nervoso)
PAULA – Calma, querido… ela foi levada para o hospital, seu pai está lá com ela.
PEDRO – Tem quatro ligações perdidas dele aqui.
PAULA – Eu vim te chamar para irmos pra lá.
PEDRO – Sim, claro. (levanta-se rapidamente) Só vou lavar o rosto, trocar de roupa e vamos.
PAULA – (levanta-se) Está bem. Vou estar lá na sala te esperando. (saí do quarto, Pedro retira suas roupas)

[CENA 05 – COLÉGIO ESTADUAL OLIVEIRA SANTOS/ PÁTIO/ DIA]
(os amigos de Pedro estão reunidos em um dos bancos do pátio, conversam sobre o ocorrido)
ANDRÉA – Nossa… ontem estava tudo bem, a festa estava incrível e do nada, uma coisa dessa acontece.
DÁCIO – Não temos como prever o futuro, não é mesmo. Podemos estar bem em um momento e no outro, tudo pode acontecer.
RAMON – Será que o Pedro já sabe?
DÁCIO – Pelo o fato dele não ter chegado até agora, acredito que sim.
RAMON – Ele não visualizou as minhas mensagens. Talvez esteja dormindo ainda.
ANDRÉA – Ele não é de dormir até tarde. Possivelmente a tia dele já deve ter contado o que aconteceu.
DÁCIO – E certamente eles foram para o hospital.

[CENA 06 – HOSPITAL/ SALA DE ESPERA/ DIA]
(Felipe está sentado em uma das poltronas, Viviane está ao seu lado. Outros familiares da equipe de Alice também estão ali. Paula e Pedro chegam ao hospital)
PEDRO – (caminha até ele) Como está a Alice, pai? (Felipe se levanta, não diz nada, apenas o abraça e chora)
VIVIANE – (levanta-se) O médico ainda não trouxe nenhuma notícia pra gente.
PAULA – Como foi este acidente?
VIVIANE – Pelo o que parece, o ônibus deles baterem em um caminhão em alta velocidade. Infelizmente o caminhoneiro faleceu no local, assim como 3 integrantes da equipe.
PAULA – Meu Deus. (repara nos demais familiares) Tem notícias do estado dos demais?
VIVIANE – Nenhuma. (observa Felipe e Pedro abraçados)

[CENA 07 – LANCHONETE DO IVO/ DIA]
(Ivo está sentado em um dos banquinhos do balcão, Rita o observa, ambos ainda não acreditam sobre o que aconteceu)
IVO – É de assustar algo acontecer assim de repente.
RITA – Imagina como está a família dela agora. (lembra-se de Felipe) Você sabe para qual hospital a levaram?
IVO – Não, não sei. (levanta-se) Mas talvez os garotos saibam.
RITA – Queria ir até lá, dá meu apoio a família.
IVO – Mas você nem os conhecem direito, Rita.
RITA – Eu conheço o pai dela. Ele deve estar precisando de alguém ao lado.
IVO – Sério? Não sabia disso.
RITA – Quando conseguir o hospital, você me avisa.
IVO – Tá. (pega o celular) Vou perguntar aqui para os garotos. (caminha até a cozinha)

[CENA 08 – COLÉGIO ESTADUAL OLIVEIRA SANTOS/ PÁTIO/ DIA]
(Manuela está reunida com suas amigas, também conversam sobre o acidente)
ÉSTER – (lendo uma notícia na internet) Conforme estão dizendo aqui, três pessoas da equipe dela faleceram no local. O estado de saúde dela ainda não foi divulgado pela a família.
THALITA – Será que devemos visitá-la?
MANUELA – Eu tava pensando nisso. Vocês viriam comigo?
THALITA – Eu vou.
ÉSTER – Eu também vou. (as duas olham para ela, um pouco surpresa) O que foi?
THALITA – Pensei você odiasse a Alice de corpo e alma?
ÉSTER – A situação é diferente agora, Thalita. Eu quero ver ela se arrepender de seus pecados antes de morrer.
MANUELA – (sente um calafrio) Vira essa boca pra lá, Éster. (bate três vezes na mesa)
ÉSTER – Estou sendo realista, ué Tudo pode acontecer. O acidente foi bem feio. (procura as fotos pela notícia) Vejam só. (mostra o celular para elas, que veem o ônibus destruído)
THALITA – Realmente, se ela conseguir sobreviver disso, ela ganhou uma nova vida.

Mais tarde…

[CENA 09 – HOSPITAL/ SALA DE ESPERA/ TARDE]
(Paula está encostada na parede da sala, com um copo de café nas mãos. Viviane está sentada ao lado de Felipe, Pedro está em pé ao lado dele também)
FELIPE – Essa demora por uma notícia está me matando.
PEDRO – E se a gente ir lá perguntar para eles alguma coisa?
VIVIANE – Não vai adiantar nada, querido. Eles só vão nos pedir para esperarmos. (todos ficam em silêncio novamente, Pedro toca no ombro do pai, tenta tranquilizá-lo. Segundos depois o médico aparece)
MÉDICO – Quem são os parentes da Alice Almeida? (Felipe levanta-se rapidamente, caminha até ele)
FELIPE – Eu sou o pai dela. Como ela está? (Pedro, Viviane e Paula ficam logo atrás)
PEDRO – Podemos vê-la?
MÉDICO – No momento não. Ela ainda continua inconsciente. Se a ajuda tivesse demorado a chegar, infelizmente, talvez não teríamos como salvá-la.
FELIPE – Mas ela está bem? Ela vai despertar em breve, né?!
MÉDICO – Não sabemos. Ela levou uma pancada muito forte na cabeça. Sem contar que metade do corpo dela estava para fora da janela e sendo pressionada por uma das poltronas do ônibus.
VIVIANE – Meu Deus!
FELIPE – E isso corre o risco de gerar alguma sequela?
MÉDICO – Isso também não temos como saber, enquanto ela continuar desacordada. Esperamos que ela desperte em breve, para assim fazermos alguns testes, antes de afirmar qualquer coisa.
VIVIANE – E quando poderemos vê-la?
MÉDICO – Assim que ela despertar, avisarei vocês. E se estiver tudo bem, poderão vê-la. Resta-nos apenas esperar e ter fé que ela desperte logo.
FELIPE – (com receio de perguntar) Ela não está coma, né doutor? Por favor, seja sincero.
MÉDICO – Não, não está. Fiquem tranquilo, que o corpo dela tem mostrado alguns estímulos. Ela simplesmente está desacordada. (Felipe fica aliviado) Me dê licença, por favor. (caminha até os demais parentes) Quem são os familiares de Sabrina Nobrega. (duas pessoas se levantam e caminha até ele. Felipe volta para a poltrona, Viviane continua ao seu lado, o consola. Pedro e Paula continuam em pé, observam Felipe)

[CENA 10 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO/ TARDE]
(Gaspar arruma o salão junto com algumas meninas. Larissa e Ione entram, comentam sobre o acidente)
IONE – Essa menina foi a que ganhou o programa de música ano passado.
LARISSA – Sim, eu acho que me lembro dela.
IONE – Tadinha, gente. Espero que ela consiga sair disso.
NATHANIEL – De quem vocês estão falando?
IONE – É que ontem à noite aconteceu um acidente com aquela garota que ganhou o programa Sua Canção no ano passado. A Alice Almeida.
NATHANIEL – (preocupa-se, lembra-se de Gaspar) Sério? Como foi isso?
IONE – Ela estava em viagem com a equipe para Petrópolis. Parece que ela iria fazer a participação em algum evento por lá. No meio do caminho, o ônibus dela acabou encontrando um caminhão desgovernado e os dois acabaram se chocando. O estrago foi feio, hein.
NATHANIEL – E como ela está?
IONE – A situação do estado dela ainda não foi divulgado. Mas três integrantes da equipe faleceram.
LARISSA – E o pior é que essa tragédia toda aconteceu após a festa de aniversário dela.
IONE – Verdade. De um momento de alegria, para uma tragédia dessa.
LARISSA – Só fico imaginando como a família deles estão agora. (Nathaniel fica em silêncio, pensa em Gaspar e talvez o amigo estivesse precisando de ajuda)

[CENA 11 – HOSPITAL/ QUARTO/ TARDE]
(Alice está deitada, ainda inconsciente. Gaspar está ao lado dela, a observa por alguns segundos. Se aproxima da cama)
GASPAR – Vamos ver onde você está, Alice?! (coloca a mão na cabeça dela, fecha os olhos e se concentra)

[CENA 12 – SUBCONSCIENTE DE ALICE]
(Alice está em seu estúdio, dentro da sala de som, junto com Pedro. Os dois estão se preparando para cantar uma música. Gaspar aparece ali e os observa)
PEDRO – (sorri) Você vai soltar logo a música ou vamos ficar aqui um olhando para o outro?
ALICE – (feliz) A música vai iniciar já, já. Espera. (os dois continuam se olhando, ambos sorriem. A música começa a tocar) Viu só.

[CENA DE MÚSICA – COOL KIDS (ECHOSMITH)]

[ALICE]
She says they’re walking in a straight line 1
That’s not really her style
They all got the same heartbeat
But hers is falling behind

[ALICE E PEDRO]
Nothing in this world could
Ever bring them down
Yeah, they’re invincible
And she’s just in the background

[ALICE]
And she says 2
I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

[PEDRO]
He says I’m talking with a big smile 3
But they haven’t got a clue
Yeah, they’re living the good life
Can’t see what he is going through

[ALICE E PEDRO]
They’re driving fast cars
But they don’t know where they’re going
In the fast lane
Living life without knowing

[PEDRO]
And he says 4
I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

[ALICE E PEDRO]
I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to get it
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

[ALICE]
And they said 5
I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to fit in

[ALICE E PEDRO]
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

[PEDRO]
I wish that I could be like the cool kids
‘Cause all the cool kids
They seem to get it

[ALICE E PEDRO]
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

Like the cool kids

1. Os dois logo entram no ritmo da música, dançam um de frente para o outro. Gaspar se aproxima do painel de vidro que divide as duas sala, os observam.
2. Alice dança e canta feliz, Pedro a observa e sorri. Embora estivessem se divertindo lá dentro, Gaspar estava sério do outro lado. Ele sabia que aquilo era uma criação da cabeça dela e conforme Alice ia ficando feliz ali, mais ela poderia desejar ficar.
3. Pedro se aproxima da irmã, segura a mão dela, a incentiva a dançar mais. Se afasta, dançam e cantam. Gaspar caminha pelo o estúdio, observa atentamente o mundo que a cabeça dela estava criando.
4. Os dois se divertem lá dentro, enquanto Gaspar pensa em uma forma de fazê-la sair daquele lugar. Ele volta para a posição que estava inicialmente, os observa.
5. Alice e Pedro dançam próximos um do outro os trechos finais da música. Os dois saem da sala de som, passam por Gaspar e sentam-se. Gaspar fica ao lado de Pedro, o observa.

ALICE – Amo está música e ficou ótima com a gente.
PEDRO – Qualquer música fica ótima em você.
ALICE – Concordo. (escuta a voz de Felipe)
FELIPE (apenas a voz) – “Volta pra sua família, filha. Volta pra gente…”
ALICE – (olha para cima) Ouviu isso? (levanta-se)
PEDRO – O que?
ALICE – Era a voz do papai. É como se ele estivesse me chamando.
PEDRO – Eu não ouvi nada. (levanta-se, se aproxima dela) Que tal você esquecer isso e cantar uma outra música comigo. (segura a mão dela, sorri)
ALICE – (esquece o que aconteceu) Só você dizer qual, que a gente canta. (os dois voltam para a sala de som, felizes. Gaspar os observa)

Contínua no capítulo 40…

POSTADO POR

Anderson Silva

Anderson Silva

Um carinha qualquer apaixonado por música e contador de histórias. Atualmente é autor de A Nossa Canção.

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