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Capítulo 49 | Eu Só Preciso Ser – A Nossa Canção

Daqui seis meses…

[CENA 01 – UNIVERSIDADE DE MÚSICA (NOVA YORK)/ AUDITÓRIO/ DIA]
(Dylan está no centro do auditório, todos estão olhando para ele e isso o deixa nervoso)
DYLAN – (gagueja) Go…good Moning! I… am Dylan Nolan. And… I will sing Somewhere Only We Know. (a banda começa a tocar)

[CENA DE MÚSICA – SOMEWHERE ONLY WE KNOW (KEANE)]

I walked across an empty land 1
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my feet
Sat by the river and it made me complete

Oh, simple thing, where have you gone?
I’m getting old and I need something to rely on
So tell me when you’re gonna let me in
I’m getting tired and I need somewhere to begin

I came across a fallen tree 2
I felt the branches of it looking at me
Is this the place we used to love?
Is this the place that I’ve been dreaming of?

Oh, simple thing, where have you gone
I’m getting old and I need something to rely on
So tell me when you’re gonna let me in
I’m getting tired and I need somewhere to begin

And if you have a minute why don’t we go 3
Talking about that somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don’t we go
Somewhere only we know?
(Somewhere only we know)

Oh, simple thing, where have you gone?
I’m getting old and I need something to rely on
So tell me when you gonna let me in
I’m getting tired and I need somewhere to begin

And if you have a minute why don’t we go 4
Talking about that somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don’t we go
So why don’t we go

This could be the end of everything
So why don’t we go
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?

1. Dylan tenta se soltar com o toque inicial da música, evita contato visual com os avaliadores. Fecha os olhos e começa a cantar. Todos estão em silêncio e atentos a ele. Ainda de olhos fechados, Dylan decide seguir os conselhos de Pedro… busca então se conectar com o palco e com a música.
2. Ele abre seus olhos e um pouco mais confiante, começa a andar pelo palco. Pedro o observa e fica feliz ao vê-lo ter conseguido superar o nervosismo e se sentir a vontade lá em cima.
3. Dylan volta para o centro do palco, canta olhando para os avaliadores. Elizabeth faz algumas anotações da apresentação dele, isso o deixa nervoso novamente, já que acredita se anotações ruins. Volta a fechar os olhos e tenta se reconectar com o palco.
4. Confiante novamente, ele abre seus olhos e canta com um pouco mais de emoção. Encerra a música olhando para a borda do palco. É aplaudido pelo os avaliadores e alguns alunos. Agradece e saí do palco.

[CENA 02 – CASA DA ALICE/ SALA/ DIA]
(Alice chega em casa sozinha, feliz e empurrando sua cadeira por conta própria)
VIVIANE – (vem da cozinha) Estava na rua, querida? E sozinha?
ALICE – Sim, vó. Não é porque estou nessa cadeira de rodas que tenho que ficar presa dentro de casa.
VIVIANE – O que fizeram com a minha neta? (caminha até ela) Até dias atrás você mal queria sair do próprio quarto.
ALICE – Superei essa fase da vida.
VIVIANE – Olha só, fico feliz. (senta-se no sofá) E então… o que planeja agora?
ALICE – (empurra a cadeira até sua avó) Eu vou ajudar as pessoas! Eu vou criar uma instituição de música para que pessoas que amem cantar e estão na mesma situação que a minha, tenham a oportunidade de realizarem os sonhos delas.
VIVIANE – (surpresa) Uau… por essa eu não esperava, querida. Que lindo, isso. Parabéns! (ver os olhos de Alice brilharem) Fico feliz que você quer realizar o sonho de outras pessoas, mas… e quanto ao seu? Você realmente desistiu de sua carreira?
ALICE – (fica em silêncio por alguns segundos) Eu ainda não decidi o que fazer. No momento, ela vai continuar pausada, como está.
VIVIANE – Tudo bem. Me conta então, como vai funcionar essa sua instituição?
ALICE – Eu ainda preciso planejar. O papai vai almoçar hoje?
VIVIANE – Vai sim.
ALICE – Ótimo. Preciso da ajuda dele para resolver a burocracia sobre está parte. Eu mesma não quero mexer com isso.
VIVIANE – Se quiser, posso chamar o advogado da família. Ele pode ir antecipando algumas coisas.
ALICE – Não, calma vó. Quero contar primeiro para o papai, não quero que ele pense que iniciei isso sem contar para ele.

[CENA 03 – UNIVERSIDADE DE MÚSICA (NOVA YORK)/ AUDITÓRIO/ DIA]
(após a apresentação de Dylan, os avaliadores tiveram um tempinho para darem as notas e chamarem o próximo participante. Pedro e Maya observam os jurados cochichando)
MAYA – Devido o nervosismo inicial dele, acredito que ele deva ficar com uma média 9.2.
PEDRO – 9.5.
MAYA – Você acha que ele consegue a bolsa?
PEDRO – Devemos ver a apresentação dos demais participantes. Mas que a minha torcida é pra ele, isso é. (o observa, no fundo do auditório)

Agora…

[CENA 04 – ESTÚDIO SUA CANÇÃO (ao vivo)/ PALCO/ NOITE]
(Manuela continua imóvel no palco, percebe a banda tocando, rapidamente ela se mexe e começa a cantar)

[CENA DE MÚSICA – EU SÓ PRECISO SER (SANDY part. IZA)]

Eu não preciso ensinar 1
Eu não preciso pregar
Eu não preciso me explicar

Não tô aqui pra dar exemplo
Nem buscando acalento
Eu não preciso me posicionar
E nem te convencer

Eu só preciso ser 2
Eu só preciso ser
Eu não preciso me justificar
Mas não posso ter que me calar
Eu só preciso ser

Eu não preciso exagerar
Pra te provar que não é cena
Eu não preciso abrir a perna
Pra te mostrar que eu valho a pena

Eu não preciso de muito dinheiro 3
Nem sou refém do meu espelho
Não tô atrás de atenção
E nem da tua aprovação

Eu só preciso ser
Eu só preciso ser
Eu não preciso me justificar
Mas não posso ter que me calar
Eu só preciso ser
Eu só preciso ser

Eu só preciso ser 4
(Eu só preciso ser, só preciso ser)
Eu só preciso ser

Eu só preciso ser
Eu só preciso ser
Eu não preciso me justificar
Mas não posso ter que me calar
(Nada vai, nada vai me calar)
Eu só preciso ser
Eu só preciso ser

1. Ela tenta disfarçar qualquer sinal de nervosismo, mas parece que os jurados notaram. Manuela caminha pelo o palco, canta para a plateia que batem palmas conforme o ritmo da música.
2. Thalita e Éster estão na sala reservada ao grupo C, estão votando em Manuela, que nem prestam atenção na apresentação dela.
3. No palco, se sentindo a vontade, Manuela caminha de um lado ao outro. A plateia continua batendo palmas, conforme o ritmo da música. É essa energia vinda deles, que a deixa animada.
4. Manuela volta para o centro do palco, canta de frente para os jurados. Encerra a música e agradece.

[CENA 05 – CASA DE PEDRO/ SALA/ NOITE]
(Pedro e Carol estão bem próximos um do outro e de mãos dadas, após Manuela se apresentar na TV, os dois se entreolham)
CAROL – Por que está me olhando assim?
PEDRO – Não devo?! (ri)
CAROL – Deve, só que se continuar desse jeito vou ter que… (Pedro a interrompe com um beijo, esquecem o programa de música, deitam-se no sofá)

[CENA 06 – CASA DE ALICE/ Q. DE ALICE/ NOITE]
(o último participante do grupo C está se apresentando, Alice não está dando muita atenção para ele. Pega seu celular, entra no aplicativo de conversa e não tem nenhuma mensagem do seu irmão. O que é estranho, já que desde aquela loucura dele, os dois conversavam toda noite. Pensa em mandar algo, mas acaba desistindo. Coloca o celular ao lado, e presta atenção na TV)

[CENA 07 – ESTÚDIO SUA CANÇÃO (ao vivo)/ PALCO/ NOITE]
(todos os participantes do grupo C já se apresentaram e estão reunidos no palco, Lauro está no meio deles)
LAURO – Chegou a hora meus amigos. Vamos conhecer quem são as duas últimas vozes que avançarão na competição. (uma assistente caminha até ele, entrega uma ficha) Obrigado. Antes de revelar a decisão do público, eu disse que traria informações sobre a próxima fase. Bem… o que eu posso dizer é que teremos sim a fase dos duetos, só que diferente da temporada anterior, onde os participantes deveriam cantar com um convidado, nesta temporada elas funcionarão em um estilo batalhas. Ficaram curiosos, não foi? No próximo programa irei explicar melhor a mecânica do jogo, mas agora, é hora de saber quem o público escolheu. (olha para os participantes, em seguida olha para a ficha. Manuela está ao lado de Amanda e vê-la tranquila, a deixa nervosa) E a voz que continua na competição e vai para a próxima fase é… (Manuela abaixa a cabeça, cruza os dedos e torce para dizer o nome dela) Amanda Carvalho! (plateia bate palmas, Amanda se ajoelha emocionada, não acredita que passou)
AMANDA – Obrigada, meu Deus! Obrigada.
LAURO – (se aproxima dela) Parabéns, Amanda!
AMANDA – (levanta-se, o abraça) Obrigada! (os demais participantes a aplaudem, Manuela fica tensa, pois só tem uma chance de ser salva agora) Obrigada a todos que votaram em mim. Sou grata a Deus por ter chegado até aqui e por ter avançado na competição.
LAURO – E ficamos feliz por você continuar com a gente. Palmas para Amanda, pessoal! (Amanda saí do palco, sendo aplaudida) Muito bem… só tem mais uma vaga para a próxima fase, vamos saber agora quem ficará com ela. (olha para os participantes, em seguida para os jurados) É com vocês, queridos!
LÉO – Rapaz… que complicado isso!
VALÉRIA – Quando chegará o momento que vamos só acompanhar a apresentação deles, hein?
LAURO – (ri) Só na final.
LÉO – Até lá, muita tortura Valéria! Mas vamos lá… parabéns para a Amanda. A música que ela cantou, certamente conectou as pessoas em casa. Não é fácil… temos aqui três grandes cantores, que encerram muito bem está fase.
VALÉRIA – Sim, sem dúvida.
LÉO – Para gente não é fácil ter que escolher apenas um, sabendo que dois voltarão para a casa em seguida. Mas saibam, que só pelo o fato de terem participado do programa, portas irão se abrir para vocês.
LAURO – E em quem você vota, Léo?
LÉO – (pensativo) A Manu tem uma bonita voz, começou a apresentação um pouco tensa, mas trouxe um bom show pra gente. A Danny também deixou todos fervendo com um bom e velho samba brasileiro. Mas o Rafa, cara… você mandando aquele rock dos anos 80, foi demais. Parabéns! Meu voto vai para o Rafael.
LAURO – Rafael tem um voto. (Manuela abaixa brevemente a cabeça, começa a rezar)
VALÉRIA – Ah, Lauro… que difícil. Eu também gostei muito do Rafael e da Manuela. Os dois realmente deram um show de apresentação, só que hoje… pra mim, quem leva meu voto é a Danny! (Manuela está vendo sua oportunidade passar a sua frente)
LAURO – Danny um voto e Rafael um voto. Por enquanto, Manuela está com nenhum. (ao Igor) Falta apenas você meu amigo. Seu voto pode empatar está decisão ou definir a voz que continua com a gente! (Igor olha para os participantes, Manuela abaixa a cabeça, cruza suas mãos em sinal de oração)

[CENA 08 – CASA DE PEDRO/ SALA/ NOITE]
(Pedro e Carol continuam se beijando em cima do sofá, o clima esquenta entre eles)
PEDRO – (por cima dela) Eu acho que devemos parar, antes que isso avance mais.
CAROL – Você quer parar?
PEDRO – Não! (volta a beijá-la, com calma, vai subindo a blusa dela) Você tem certeza disso?
CAROL – (o observa, sorri) Sim!
PEDRO – Sabe que minha tia e sua mãe está lá em cima, né?
CAROL – Dormindo uma hora dessa!
PEDRO – Mesmo assim… eu não sei no sofá é apropriado para isso? (senta-se um pouco)
CAROL – Vamos para o seu quarto, ué?!
PEDRO – Meu quarto é ao lado da minha tia, ela pode ouvir alguma coisa.
CAROL – Então o sofá ganha! (sorri e o beija, o empurra para o outro lado, fica em cima dele)
PEDRO – Espera, espera… (senta-se novamente) Você tem certeza? Você realmente quer fazer isso no meio da sala?
CAROL – Você não quer?
PEDRO – Quero… (a observa) Muito, pra ser sincero. (os dois se beijam, recomeçam a pegação, Carol dessa vez quem sobe a camisa dele. A retira, jogando-a no chão)
CAROL – Tá esperando o que para tirar a minha?! (sorri, Pedro tira a blusa dela, a joga no chão. Sem a parte de cima, a pegação recomeça. Embora o programa esteja passando ao fundo, os dois esqueceram completamente dele, se preocupando somente com o contato físico rolando ali)

[CENA 09 – ESTÚDIO SUA CANÇÃO (ao vivo)/ PALCO/ NOITE]
(Igor continua olhando para os participantes, ainda não fez sua escolha)
LAURO – É com você, Igor.
IGOR – As decisões difíceis sempre ficando comigo.
LAURO – A gente te ama, você sabe.
IGOR – Em caso de empate, quem decidirá é o público?
LAURO – Sim. Em caso de empate, a segunda pessoa mais votada do público recebe o voto de minerva.
IGOR – Realmente a Danny e o Rafael mandaram bem em suas apresentações, apesar de terem trazido ritmos totalmente diferentes. Só que hoje… (sem muito suspense) …quem levará meu voto é a Manuela.
LAURO – E a competição empata. (Manuela quase solta um grito de euforia) Muito bem, como o nosso público é soberano aqui, vamos ver quem foi o segundo mais votado.
LÉO – (ri) Na mais justo, né?!
LAURO – (a assistente caminha até ele, lhe entrega outra ficha) E aqui está! (coloca em seu peito, não ver ainda) Alguém quer dar um palpite? (os três jurados se entreolham e não opinam)
VALÉRIA – Anda logo, Lauro. Não mate a gente do coração. (Lauro sorri, olha a ficha)
LAURO – E com 32,9% dos votos, quem leva a última vaga e volta na semana que vem é… (olha para os participantes, todos estão ansiosos) Manuela Rodrigues!
MANUELA – (não acredita quando Lauro chama o nome dela, também se ajoelha no palco) Obrigada!
LAURO – Parabéns, Manu! Rafa e Danny, espero vê-los novamente ano que vem, e lembre-se que este não é o fim! (Manuela se levanta e abraça Danny) Muito bem pessoal… chegamos ao final do nosso programa. Semana que vem uma nova fase, com novidades. Boa noite meus queridos jurados, boa noite plateia e até semana que vem. (Lauro caminha até Manuela e a abraça, plateia está em pé batendo palmas, o programa se encerra)

Amanhecendo…

[CENA 10 – CASA DE PEDRO/ SALA/ DIA]
(Vanda desce as escadas, caminha calmamente até o sofá. Encontra Pedro e Carol dormindo abraçados. Vanda solta um leve sorriso, volta para as escadas devagar)
VANDA – (ao ver Paula lá na ponta, faz sinal de silêncio) Espera…
PAULA – (baixinho) O que foi?
VANDA – O Pedro e a Carol dormiram juntos no sofá. Melhor não acordarmos.
PAULA – Sério?
VANDA – Sim.
PAULA – Mas ele tem aula daqui a pouco.
VANDA – Eu sei. Vamos deixar eles acordarem por si só. Vamos subir. (as duas voltam para cima, Pedro e Carol continuam dormindo)

[CENA 11 – CASA DE CAIO/ COZINHA/ DIA]
(Caio entra na cozinha, com uma cara de cansado. Coloca sua mochila na cadeira ao lado, senta-se)
CLÁUDIO – Bom dia, filho.
CAIO – (sonolento) Bom dia.
CLÁUDIO – Parece acabado, hein. A noite de sono ontem não valeu muito a pena?
CAIO – Ajudou um pouco.
CLÁUDIO – (senta-se) Confesso que já não sei mais o que dizer para a sua mãe mudar de ideia e esquecer isso.
CAIO – Tudo bem, pai. Não quero que o senhor se prejudique com a mamãe, por minha causa. Eu sei que a minha vida é viver dentro daquele escritório, sendo infeliz igual ela.
CLÁUDIO – Não diz isso, filho. Sua mãe não é infeliz…
CAIO – Qual foi a última vez que ao menos a gente saiu junto para se divertir em família? (Cláudio fica pensativo) Viu? Faz tanto tempo que até o senhor não lembra mais. Mamãe cuida mais daquele escritório, do que da gente. (Camila entra na cozinha neste momento)
CAMILA – Faço isso por justamente amar a minha família.
CLÁUDIO – Bom dia, amor.
CAMILA – Você pode até pensar que eu sou infeliz, filho… mas, devido a minha história de vida, digo com toda certeza, de que hoje eu sou a mulher mais feliz do mundo. (sente vontade de chorar ao lembrar do seu passado) Então se hoje eu tenho um escritório respeitado e uma carreira brilhante, pode ter certeza de que não foi fácil. Foram longos anos de trabalho árduo e dedicação. Pois só é assim que se conquistam as coisas. (limpa uma lágrima que escorre em seu rosto, saí da cozinha apressada)
CLÁUDIO – (levanta-se) Você não vai tomar café, amor? (senta-se novamente)
CAIO – Eu nunca vi a mamãe daquele jeito.
CLÁUDIO – (preocupado) Eu já… e diversas vezes. Sua mãe lembrou do passado dela, do qual foi muito doloroso.
CAIO – E o que foi que houve?
CLÁUDIO – Eu não devo contar isso pra você, filho… esse assunto magoa muito a sua mãe, principalmente porque envolve a sua avó.
CAIO – Mamãe nunca falou da vovó… as duas não se devam bem?
CLÁUDIO – (muda de assunto) Melhor tomar logo o seu café, senão você vai acabar chegando atrasado no colégio. (levanta-se da mesa e saí da cozinha. Caio repara que seu pai também ficou sério e essa reação de seus pais o deixa pensativo)

[CENA 12 – CASA DELLE ROSE/ SALÃO/ DIA]
(Nathaniel entra no salão, se surpreende com Gaspar sentado em frente ao bar)
NATHANIEL – O que você está fazendo aqui? (caminha apressado) Imaginou se alguém te pega? Vão pensar que você é ladrão.
GASPAR – Relaxa que só você pode me ver.
NATHANIEL – Você sabe que os humanos conversam por meio de mensagem de celular, né? Não precisa vim aqui toda vez que quiser me dizer alguma coisa.
GASPAR – (levanta-se) Eu sei, só que isso não podia ser dito por mensagem.
NATHANIEL – O que foi?
GASPAR – O Arael marcou uma reunião com a gente e alguns outros anjos.
NATHANIEL – E tem que ser agora?
GASPAR – Sim.
NATHANIEL – As meninas vão acordar daqui a pouco e se sentirem a minha falta?
GASPAR – (ri) Coitado, tá tanto tempo assim na forma humana que esqueceu que o tempo do céu é diferente aqui na terra. Relaxa, que nem irão sentir sua falta. Temos que ir agora. (toca no ombro dele, os dois desaparecem)

Continua no capítulo 50…

POSTADO POR

Anderson Silva

Anderson Silva

Um carinha qualquer apaixonado por música e contador de histórias. Atualmente é autor de A Nossa Canção.

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