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Nostalgia – Os Trapalhões

Oi meu amores! Tudo bem? Eu sou Débora Costa e esse é o Nostalgia que hoje vem carregado de bom humor, sabor de infância para muitos, e muitas trapalhadas! Hoje o programa é dedicado ao quarteto mais amado do Brasil! Os Trapalhões! Sou fã desses 4 gênios desde que eu era criança, onde não se via maldade nas brincadeiras feitas, nas coisas ditas em cenas, era uma época muito boa!

Confiram o vídeo que fiz tenho certeza que darão muitas risadas com as esquetes que eu escolhi, ô psit, ô da poltrona, aperta o play ai e vem brincar com a gente!

O programa era formulado por várias cenas de alguns minutos, em que tomavam parte situações cômicas dos protagonistas, às vezes com um deles, dois, três e mesmo com os quatro Trapalhões. Os assuntos das cenas eram, por exemplo, os Trapalhões se opondo a inimigos ou a si mesmos em disputas (nas quais Didi e qualquer um dos três Trapalhões que estivessem do lado dele saíam vitoriosos em quase todas as vezes), eles pregando peças em outras pessoas e até em si mesmos e os quatro cooperando entre si mesmos para chegar a um objetivo comum.

Protagonistas
Didi Mocó (Renato Aragão)

Seu nome completo é Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgino Mufumbbo, um esperto cearense com linguajar e aparência bastante cômicos, e que poucas vezes terminava as cenas com má sorte ou como perdedor, tanto enfrentando inimigos como seus próprios três companheiros. Apesar de ser o líder do grupo, em certas cenas é considerado pelos seus três companheiros como o membro de menor importância. Era apelidado de “cardeal”, “cearense”, “troféu de corrida de jegue”, “alegria do jabá”, “cabecinha” ou “cabeça-chata”, referindo-se à sua condição de retirante nordestino. Didi estrelou o humorístico “Os Adoráveis Trapalhões”

Dedé (Dedé Santana)

O “Galã da Periferia”, era o que agia com mais seriedade e considerado o cérebro do grupo e o mais valente dos quatro, sendo uma espécie de “segundo no comando”. Sua masculinidade era sempre ironizada por Didi, que criava apelidos como “Divino”, “rapaz alegre” e “audácia da pilombeta”. Dedé estava no elenco de apoio do humorístico “Os Adoráveis Trapalhões” até que ele pudesse sugerir a entrada do Mussum ao grupo.

Mussum (Antônio Carlos Bernardes Gomes)

Um bem-humorado sambista carioca que tinha orgulho de dizer que era natural do Morro da Mangueira, uma favela do Rio de Janeiro. Possuía um linguajar bastante peculiar, sempre empregando o “is” no final de quase todas as palavras, criando assim os bordões “cacildis” e “forévis”. Sua maior paixão é a cachaça, a qual ele chama de “mé” (ou “mel”). Devido ao fato de ser negro, era sempre alvo de piadas e apelidos, como ser chamado ironicamente de Maizena por Didi, ou mesmo “azulão”, “Mumu da Mangueira” ou “cromado”. Faleceu em 29 de julho de 1994. Dedé trouxe Mussum ao grupo, ao lado do Didi. Mussum entrou no humorístico “Os Insociáveis” na fase da RecordTV.

Zacarias (Mauro Faccio Gonçalves)

Um tímido e baixinho mineiro com personalidade infantil, uma risada inconfundível e voz bastante fina, como a de uma criança. Por ser calvo, sempre usava uma peruca e entrava em desespero se esta fosse retirada de sua cabeça (geralmente por Didi), revelando sua calvície. Faleceu em 18 de março de 1990. Didi trouxe Zacarias ao grupo, completando assim ao lado de Dedé e Mussum, a formação mais famosa dos Trapalhões em 1976, no humorístico “Os Trapalhões” na Rede Tupi.

Em 1977, o diretor de operações da TV Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, convidou os Trapalhões para levar seu programa para a emissora. Renato Aragão conta que temia aceitar a proposta. Afinal, na Tupi, ele tinha toda a liberdade para ser irreverente o quanto quisesse. A Globo era conhecida pelo seu padrão de qualidade, e o humorista não tinha certeza se os Trapalhões se encaixariam nele. Para não ter que recusar formalmente a proposta, ele chegou a fazer uma lista de exigências de três páginas na qual determinava quais seriam o diretor, redator e o horário do programa. Para sua surpresa, Boni aceitou sem questionamentos as exigências. Os Trapalhões mudaram, então, de emissora. Depois de dois especiais exibidos dentro da faixa de programação Sexta super, às 21h, em janeiro e fevereiro, Os Trapalhões estreou em 13 de março de 1977, aos domingos, antes do Fantástico. O programa apresentava uma sucessão de esquetes entremeados com números musicais, exibidos sem aparente conexão, exceto a presença dos próprios Trapalhões. Um quadro mais longo, cheio de ação e diálogos, podia ser seguido por uma sucessão de gags visuais curtas e um quadro fixo como o Trapaswat, uma paródia do seriado americano SWAT. O diretor Augusto César Vannucci citava as chanchadas e a comédia pastelão como principais referências, mas não havia um formato pré-estabelecido. Segundo Renato Aragão, qualquer ideia podia virar um esquete a qualquer momento. Ele conta que, certa vez, a caminho do estúdio, ouviu no rádio a canção Teresinha, de Chico Buarque. Achou que a letra – a história de vários amores do ponto-de-vista de uma mulher – daria um quadro para Os Trapalhões. Ao chegar ao Teatro Fênix, onde era gravado o programa, escreveu ele próprio o esquete e, no mesmo dia, gravou uma espécie de videoclipe satírico no qual o quarteto interpretava os personagens da música. Foi a primeira de uma série de paródias de musicais que marcaram o humorístico. Os Trapalhões também costumavam participar dos números dos cantores convidados. Quando Ney Matogrosso foi ao programa, Didi estava trajando figurinos e maquiagem idênticos aos dele, por exemplo. Situação parecida aconteceu em outras ocasiões com outros artistas, como Elba Ramalho e Tony Tornado. O programa também tinha outros atores fixos que não faziam parte do quarteto principal: o hilariante Tião Macalé (que imortalizou o bordão “Ih! Nojento!”), Jorge Lafond (que satirizava os homossexuais), Emil Rached (o gigante atrapalhado de 2,23 m), Carlos Kurt (o “alemão” de olhos esbugalhados e sempre mal-humorado), Felipe Levy (frequentemente no papel de “chefe” ou “comandante”), Roberto Guilherme (o eterno “Sargento Pincel”, quase o quinto trapalhão, uma vez que acompanhou o grupo em toda sua trajetória), Dino Santanna (irmão de Dedé Santana), o anão Quinzinho entre muitos outros.

O primeiro filme foi realizado em 1966 e contava apenas com a dupla Didi e Dedé. Com a formação clássica (que contava ainda com Mussum e Zacarias) foram realizados 23 filmes, entre 1978 e 1990. Mais de cento e vinte milhões de pessoas já assistiram a filmes de Os Trapalhões,[23] sendo que sete filmes estão na lista dos dez mais vistos na história do cinema brasileiro. São eles:

Renato Aragão e Dedé Santana em cena no filme Ali Babá e os 40 ladrões, 1972. Arquivo Nacional.
4.º lugar – O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão de 1977, com 5,8 milhões de espectadores
5.º lugar – Os Saltimbancos Trapalhões de 1981, com 5 milhões
6.º lugar – Os Trapalhões na Guerra dos Planetas de 1978, com 5 milhões
7.º lugar – O Cinderelo Trapalhão de 1979, com 4,7 milhões
8.º lugar – Os Trapalhões na Serra Pelada de 1982, com 4,7 milhões
9.º lugar – O Casamento dos Trapalhões de 1988, com 4,5 milhões
10.º lugar – Os Vagabundos Trapalhões de 1982, com 4,4 milhões

Ô psit o Nostalgia vai ficando por aqui! Segunda feira eu volto com mais coisas que marcaram época e que eu sou fã! Aguarde e Confie! Beijinhos, Fiquem com Deus.

Apresentação e Edição: Débora Costa

Cenas do vídeo retiradas dos canais:
Dih Munhoz
Jéssica Schmidt
Andre Nacour
Ney Matogrosso
TVeCinema
Rui Oliveira
Os Verdadeiros Trapalhões
Sapo Juca
Os Trapalhões
Pago Internet Pra Isso
Filmmaker
Memória da Tv
Variedades e Memórias da TV/Cinema

Fonte: Wikipédia-” ”>-‘.’ ”>

padrao


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