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Shadows of the Storm

 

Shadows of the Storm

 

Shadows of the Storm (Sombras da Tormenta) é um jogo de estratégia e combate, onde os jogadores precisam formar equipes e criar um forte para proteger as esferas de energia, que seriam a fonte vital de manutenção de seus reinos. Existem vinte e quatro reinos em Shadows of the Storm e seus habitantes tem habilidades mágicas elementares, usam desde elementos da natureza até elementos espirituais para combate.

O jogo pode ser iniciado individual, onde o próprio sistema faz a seleção automática de acordo com o perfil do jogador e forma um time de 5 pessoas, ou o jogador pode convocar uma equipe, nesse caso com o limite máximo de 8 jogadores em cada time.

O objetivo do jogo é criar uma estratégia, invadir os reinos e tomar as esferas de energia para alimentar o seu reino. Em contrapartida, o grupo, além de atacar e usurpar as esferas, tem que proteger as que já conseguiram e mantêm guardadas. Os times tem que criar estratégias de defesa e ataque. Vence o jogo aquele que conseguir reunir as vinte e quatro esferas dos reinos derrotados.

O jogo começa uma nova fase, dessa vez são os derrotados que tem direito de desafiar o reino vencedor. Caso não deseje prosseguir na nova fase, volta-se o jogo e reinicia, sendo que o reino voltará a ter somente uma esfera de energia, formando uma nova equipe e estratégia.

Ana Carolina lia em voz alta para a irmã Camila, sobre o jogo a qual competia todo ano no torneio mundial de Shadows of the Storm. Carol, no mundo virtual, era uma gamer que se apresentava com o pseudônimo de Lady Aris.

Lady Aris tinha a segunda melhor equipe mundial, conhecidos como Cavaleiros das Sombras. Ela e seu time viajavam para as competições em Los Angeles, sede da empresa que criou o Game com o mesmo nome. Por duas semanas competiam para subir no rank e chegarem à final. Os Cavaleiros das Sombras sempre estavam entre os 5 times melhores do mundo.

A jogadora era seguida pelos fãs do jogo e suas redes sociais eram voltadas para ajudar novatos e mostrar a equipe dela em ação. Carol nunca se apresentava pessoalmente e usava sempre seu avatar. Seus vídeos eram sempre com uma elfa vestida de negro, olhos amarelos e longos cabelos brancos.

O mundo dos games era competitivo, grandes marcas pagavam caro aos jogadores mais famosos, assim os melhores times tinham patrocinadores e as competições rendiam premiações em dinheiro. Carol praticamente vivia dos royalties da sua marca Lady Aris e Cavaleiros das Sombras, era um sonho realizado, afinal, mesmo fazendo faculdade de designer, os games eram sua paixão. Uma garota geek, assumidamente nerd e otaku, seu blog tinha milhares de acessos e seu canal de games era o mais visto na categoria jogos de estratégias.

No entanto nem tudo eram flores no mundo de Lady Aris. Como todo bom competidor, ela tinha seu rival, Kurayami, do time Azuma no Kurayami. Ela gritava aos quatro ventos das suas redes sociais seu ódio mortal do outro jogador, que tinha o melhor time da atualidade.

Kurayami era estrategista e buscava sempre derrotar Lady Aris. O melhor do mundo tinha sua rixa pessoal com Carol e ela o detestava, alegando que a perseguição era pessoal.

A rixa ficou famosa entre os gamers e muitos fãs se dividiram entre os dois melhores times do mundo. Alguns patrocinadores pareciam gostar de tal competitividade da dupla e alimentavam ainda mais aquela rivalidade, instigando os fãs.

— Esse ano eu vou derrotá-lo, Mila! Kurayami venceu ano passado e ficou se gabando em tudo quanto é lugar, instagran, youtube, facebook e até por e-mail esse maldito cão dos infernos ficou me “trollando”! Mas eu treinei dia e noite, estou afiada e pronta para ele! — Carol tagarelava com raiva enquanto jogava com seu time, treinando.

Mila estava sentada na cama, tentando pintar as unhas dos pés enquanto ouvia a irmã falar raivosa.

— Ai, vocês levam isso muito a sério, é só um jogo… — Mila riu e continuou a pintar as unhas. — Embarcam amanhã que horas?

— Às 19 horas, e quando chegarmos logo de cara tem a preliminares, preciso passar por elas rápido e não cansar o time.

— Ótimo. — Mila terminou de pintar as unhas e guardou seu kit manicure. Levantou e olhou a irmã, que jogava sem piscar e tirar os olhos da tela do pc. — Eu ainda não entendo nada disso, mas lhe dou apoio, afinal você está ficando rica com toda a grana que ganha nesse “troço”. — Fez uma careta para a irmã — Só achava que você deveria ser mais vaidosa irmã, tanto dinheiro e esta ai com essa cara de morta viva, sem uma make e olha as suas unhas! Minha nossa, Carol, você praticamente se detona!

Carol mal prestava atenção no que a irmã falava, estava tão aficionada em treinar e ganhar do seu rival que pouco ligava para a sua aparência, ela não precisava daquilo, tinha seu avatar para lhe representar e achava muito mais cult só mostrar-se daquela forma. A jovem era gordinha, tinha cabelos longos cacheados presos sempre em rabo de cavalo. Vivia sempre de jeans e tinha coleções de camisa de bandas, super heróis e animes favoritos, tênis era um item indispensável.

— Você nem está me ouvindo, aff… — Mila deu de ombros e saiu do quarto, deixando a irmã treinando até quase a hora de embarcarem no outro dia.

Reino de Storm

No aeroporto todos estavam reunidos, a tia de Carol era a representante legal já que nenhum tinha ainda completado 18 anos. O time é formado por mais duas meninas além de Carol e cinco meninos, completando o máximo de competidores permitidos com Lady Aris como líder.

— Vamos embarcar, galerinha, e ganhar essa competição! — Tia Sônia estava empolgada com o sucesso deles e sempre ajudava mesmo sem entender muito do jogo.

A viagem foi tranquila mesmo com algumas turbulências. Quando saíram no salão de desembarque havia muita gente chegando e fãs dos times que esperando por seus “ídolos”.

Carol passou por eles como uma desconhecida, mas achou graça de todos que queriam ver os times desembarcarem e de um grupo de meninas avançarem de encontro aos meninos de seu time pedindo autógrafo.

Depois de se registrarem no hotel, foram para arena de competição para os preliminares e iniciaram as partidas. Carol não entrava no salão principal da competição, ela jogava de uma sala exclusiva, exigência de uma das melhores do mundo, e que era atendida prontamente.

— Vamos fechar essa rodada, Cavaleiros, passarmos para a semifinal. — Ela falava ao microfone de seu headset.

Ao final da primeira semana de competição, lá estavam entre os finalistas os Cavaleiros das Sombras e Azuma no Kurayami. Carol olhava o telão, irritada com o fato dele ter passado por todos tão fácil. Ela evitava as redes sociais na época de competição para justamente não cair na “pilha” da provocação dele e continuar a jogar.

Quando ela se afastou, não percebeu que havia alguém atrás dela de costas e trombou com a pessoa. Sem jeito, começou a se desculpar em inglês.

— I’m sorry…

— I’m s-so sorry… I’m a m-mess… (S-sinto muito… S-sou um des-sastre…) — O rapaz oriental respondeu, gaguejando.

Ele era alto e tinha cabelos presos em um rabo de cavalo na altura do ombro, a face corada denunciava sua timidez em falar com ela. Carol a princípio achou-o bonito, depois acenou e respondeu que estava tudo bem.

— Que droga, eu esbarro em um carinha bonito e fico toda atrapalhada. — Resmungou baixo em português, acreditando que o garoto não entenderia já que ele era oriental. Quando fez menção em se virar para sair, ele respondeu.

— Eu não sou bonito. – Corado e tímido, baixou o olhar quando ela voltou atenção a ele.

Carol arregalou os olhos voltando atenção para ele, muito envergonhada engolindo seco por ter sido ouvida. Ele sorriu sem jeito e ajeitou os óculos um tanto nervoso. Ele sorriu sem jeito e ajeitou os óculos um tanto nervoso.

— E… e… então, você veio ver a competição? — Falou timidamente, tentando puxar assunto. – Claro que veio… Que pergunta… — Respondeu a si mesmo.

“Matheus disse para eu me entrosar com alguém e ficar com uma garota, como vou fazer isso? Olha ela, bonita assim vai acha que sou maluco.”

Ele pensava nas palavras de seu amigo, que o desafiara a “ficar” com uma menina até o final da competição, ou ele teria que pagar um “mico” para todos.

— Sim, eu amo esse jogo. — Carol ficou sem jeito, porém, já que ele começou a falar, resolveu dar atenção, ao menos poderia dizer à irmã que falara com um garoto. — Err… e pelo visto você é brasileiro.

“Ah que droga de papo é esse, Carol? Lógico que ele é brasileiro, dã!”

Ele sorriu se divertindo, apesar de ainda demonstrar timidez.

— Eu também amo esse jogo… Ah sim, meu nome é Marcelo Takashiba…

— Oi, Marcelo, Ana Carolina Pinheiro, mas meus amigos me chamam de Carol.

Os dois sorriram e ele a chamou para comer algo na área de refeição, onde tinham vários quiosques de empresas de fast-food patrocinadoras. Sentaram em uma mesa com vista para a cidade e ali comeram e conversando até final do dia.

Ao saírem, trocaram contato e, mesmo que Marcelo não tivesse conseguido o beijo a qual foi desafiado, ainda assim estava todo maravilhado pela garota.

Carol, por sua vez, foi para o hotel sentindo o mesmo e ambos ficaram no whatsapp por horas noite a dentro falando do que gostavam, onde estudavam, e ficou pasma ao saber que Marcelo morava na mesma cidade que ela, no interior do Rio e divisa com São Paulo.

Assuntos entre ambos rendiam e falavam-se todas as noites. Combinavam de sempre estarem juntos fora dos horários de competições dos times, por algum acaso do destino nenhum dos dois falou que competiam, apenas que amavam o jogo, e chegando até a jogarem uma partida juntos sem seus avatares oficiais.

Carol passou a semana nas nuvens, apesar de estar focada quando começava a partida. Para manter sua identidade assegurada não falou ao seu novo amigo quem era. Não que isso a incomodasse, porém preferiu assim ou teria que aguentar um fã doido falando que viu e ficou com Lady Aris.

— “Ficar?!” — Ela olhava a tela do seu smartphone, após “Celo” ter desligado a vídeo chamada. Pensativa e com o coração saindo pela boca, tentava não imaginar tal situação. Impossível, ela estava por demais envolvida e só de ficar longe dele já sentia falta.

Resolveu ligar para a irmã no Brasil, pegou o telefone do quarto e pediu uma ligação internacional. Aguardou alguns minutos até ouvir a voz da irmã que estava nitidamente bocejando.

—Mila…?!

— O que é, Carol? — Soltou um bocejo ao reconhecer a voz da irmã. — Cheguei ainda agora da festa da Ju, tô morta de sono… — Soltou outro bocejo.

— Conheci um garoto… — Carol falou baixo no telefone, estava nervosa.

— Hã? – Mila levantou, sentando na cama com a expressão de estranheza. — Como assim?

— Ele é muito legal e gosta das coisas que gosto… Ele é bonito e eu… Bem…
Camila ouviu aquelas palavras e arregalou os olhos, despertando do sono.

— Ahhhhhhhhhhhhhhhh!!! Você conheceu um garoto?! Minha nossa senhora é um milagre!!! — Mila ficou em pé na cama e dava gritinhos.

Carol afastou o telefone do ouvido enquanto a irmã gritava feito louca do outro lado da linha. Assim que ela parou, voltou a aproximar o aparelho ao ouvido para falar com Mila.

— Que exagerada! – Bufou rolando os olhos.

— Exagero, que nada! E aí, conta tudo, tudooo!!! – Mila nem parecia mais a sonolenta de antes, estava mais atenta que nunca à irmã. — Como ele é? Bonito ou esses caras gordinhos com óculos e que parece que não toma banho, sempre com a mesma roupa? — Fez uma careta no final da frase.

— Ah, cara, para com isso! Tomamos banho sim, arrr… — Carol já estava ficando bolada com a irmã. — Dá para parar de tagarelar? Eu vou contar… — Inspirou fundo e contou como conhecera o rapaz e que iria mandar a foto que tirara junto com ele na lanchonete.

— Que legal, irmã, vai desencalhar! Aliás, que coisa, hein!? Ele morar na nossa cidade, é destino com certeza, o destino te mandou um nerdizinho para se apaixonar! — Mila não conseguia perder a oportunidade de alfinetar a irmã.

— Quando eu chegar em casa você me paga, zoa à vontade… — Carol, apesar de ficar irritada com as provocativas da irmã, por dentro estava feliz e nervosa ao mesmo tempo. — Ele me convidou para visitar a cidade quando a competição acabar e acho que… Pode rolar… Sabe…

— Vocês ficarem? — Mila respondeu. — Ué, vocês estão esse tempo todo juntos e não rolou nada?

— N-não… — Falou quase sussurrando.

— Hã?! O que? Não ouvi… — Mila havia ouvido, mas queria mexer de novo com a irmã.

— Não! — Bufou respondendo.

— Então trata de se preparar porque amanhã vai rolar beijo na boca, finalmente vai tirar a teia de aranha. — Parou de falar quase de imediato. — Espera, você é BV não, né…?

— Errr…

— Ué, mas você me disse que ficou uma vez com… Ana Carolina, você mentiu para mim?

— Você estava me irritando muito e aí…

— Aham sei, que seja, dane-se… — Mila estava mais interessada no tal garoto que a irmã iria ficar. — Você segue o fluxo, deixa rolar o clima, quando ver já está beijando. Ah sim, por favor, abra a boca… Ahhhh, lembrei, treina em uma laranja como quem está chupando, suga, passa a língua e beija.

Carol olhava a janela do quarto, sentada na cama, ainda sem saber se ria das instruções da irmã ou se ficava ainda mais apavorada com o tal beijo.

— Carol, está me ouvindo? — Mila ria se jogando de bruços na cama.

— Sim. Eu entendi. Obrigado pelo tutorial de beijo, possivelmente não chuparei uma laranja mais sem lembrar desses detalhes. — Bufou, não acreditando que estava ouvindo conselhos da irmã “patricinha” que tinha. — Obrigada, vou nessa, manda beijo para os pais, te amo, louca.

— Pode deixar. Te amo, travada! — Mila desligou a chamada e se ajeitou para dormir, rindo.

A Grande Final do Torneio Mundial de Shadows of the Storm.

Finalmente o dia da final chegou. Depois de árduas disputas e troca de farpas entre Lady Aris e Kurayami, que acirrou ainda mais a competição, Carol foi surpreendida com o que ele começou a falar nas redes, que naquela final ele estaria perante todos e competindo junto com seu time para derrotar os Cavaleiros das Sombras.

Carol ficou tensa, afinal mostrar-se era algo que ela não queria, porém o patrocinador exigiu que ela respondesse à provocativa e também aparecesse.

“— E a grande final do 5º Torneio Mundial de Shadows of the Storm irá começar!” – O locutor anunciava no ginásio.

Os gritos e alvoroço era ensurdecedor, todos queriam finalmente conhecer Lady Aris e Kurayami.

“— Gamers de todo mundo estão ansiosos para conhecer nossos campeões mundiais! Sem perder tempo, convoco os times para entrarem no nosso ringue! Que venham os times Cavaleiros das Sombras e Azuma no Kurayami!”

Gritos, assobios e alvoroço foi o que Carol ouviu ao entrar no enorme palco, onde havia em cada extremidade duas carreiras de mesas e cadeiras com os computadores ligados para ambas as equipes.

Carol olhava o outro time tentando identificar o seu rival e reconheceu Marcelo entre eles. Marcelo por sua vez arregalou os olhos a reconhecendo. Quase como se estivessem hipnotizados um pelo outro, caminharam para o centro do palco parando frente a frente.

Tudo em volta deles sumiu, o barulho da plateia e a voz do locutor, ambos se olhavam sem acreditarem a princípio naquela enorme coincidência, afinal eram rivais e disputavam por anos um contra o outro.

Segundos se passaram, no entanto para ambos foram eternos, fazendo-os lembrarem em suas mentes as rixas nas redes sociais e compararem o quanto aquela última semana fora de alegrias e sentimentos despertos.

“— Finalmente Lady Aris e Kurayami frente a frente no embate final!”

A voz do locutor despertou-os, ambos se olharam incrédulos e tanto Carol como Marcelo pareciam ponderar os momentos juntos e com aquela rivalidade. Ambos sorriram ainda tentando entender o quanto o destino havia-lhes pregado aquela peça.

 Foi Marcelo quem quebrou o clima, os olhos dele tinham um brilho diferente e olhavam encantado para Carol.

— Boa sorte, Lady Aris.

Carol sorriu, corando de imediato, e suavizou o semblante, respondendo:

— Boa Sorte Kurayami-san.

Foram segundos naquela troca de olhares e ambos voltaram para seus times e começaram as partidas. A cada rodada se olhavam e voltavam para a rodada seguinte seguindo empatados, o jogo já estava perto do final quando ocorreu algo inesperado, ambos os times tinham o mesmo número de esferas e nenhum deles conseguiam invadir.

Naquele momento foi pedido pelos criadores do jogo e a empresa um intervalo para avaliarem a situação. Chegaram à conclusão que fora empate e, pela primeira vez, a competição terminou com dois times vencedores.

Tanto Carol como Marcelo não fizeram objeção e conversaram com as equipes, que aceitaram a divisão do prêmio.

Algum tempo depois…

— Não adianta, eu vou vencer dessa vez! — Carol jogava uma partida falando em seu headset com o outro time.

— Duvido, já te derrotei só hoje duas vezes, haha! — Marcelo zoou a namorada do outro lado do fone.

— Não vem não ta, você jogou sujo! – Respondeu arisca, porém com um sorriso nos lábios.

Carol se distraiu e acabou perdendo a rodada de novo.

— Hahaha! Falei que ia perder! Que vergonha, Lady Aris, tcs tcs tcs… Você era melhor, hein, desse jeito vou ter que pedir divórcio e voltar a atacar minha arquiinimiga nas redes! — Ria.

— Ah, cala boca, seu cretino… — Fez um bico, mas depois sorriu. Ela perdia de propósito para ele poder ir na casa dela e ela “pagar” a ele o desafio. — Kurayami-san… aishite iru.

Aishite iru, Lady Aris.

Game over!?

 

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POSTADO POR

Isa Miranda

Isa Miranda

Escritora, design digital, editora de vídeos, assessora e divulga autores iniciantes. Publica em plataformas digitais, participa de antologias, escreve para o Cyber TV, mãe de Rafael e Yasmin e não gosta de café.
  • Obrigado Hugo, que bom que fez você ter essa sensação de nostalgia, eu adorei escrever esse conto e bem capaz de virar um livro ou se me empolgar posto com web série aqui no Cyber. Valeu pelas observações!!! <3

  • Awonnnnn Fran que bom ler isso de você, nossa fiquei até boba aqui. Sabe que apesar de ter tido pouco tempo para comentar, eu acompanho o trabalho de alguns autores que admiro e você é um deles. E ler essas observações me faz muito feliz, acredito que estou no caminho certo né?! Vou caprichando e claro aprendendo com os mestres que encontro no caminho dessa jornada porque eu sei que nasci para fazer isso, contar histórias!!! Bjussss

    PS: Kadu é meu bebê fofo lindo … meu <3

  • Por alguns instantes me senti adolescente quando jogava RPG com meus amigos no ensino médio. O romance, as sutilezas e a temática dos jogos. Tudo muito bem posicionado. Parabéns!

  • Que delícia de leitura e história. Todo um universo teen + geek muito bem representado e exposto sem exageros , na medida, sem a pretensão de parecer didático, o que muita das vezes encontra-se em textos cujos mundos não estão ligado à rotina do corre corre da “realidade”..

    Parabéns Isa. Está se tornando mais e mais uma promissora escritora, se permitindo evoluir a cada texto apresentado. Saiba que na arte o céu não é o limite e você está caminhando muito bem por essa estrada.

    E que venham outras histórias de Isa Miranda. para o deleite de todos e, principalmente, dos seus fãs.

    Um beijo no coração.

  • Awonnnnn Fran que bom ler isso de você, nossa fiquei até boba aqui. Sabe que apesar de ter tido pouco tempo para comentar, eu acompanho o trabalho de alguns autores que admiro e você é um deles. E ler essas observações me faz muito feliz, acredito que estou no caminho certo né?! Vou caprichando e claro aprendendo com os mestres que encontro no caminho dessa jornada porque eu sei que nasci para fazer isso, contar histórias!!! Bjussss

    PS: Kadu é meu bebê fofo lindo … meu <3

  • Awonnnnn Fran que bom ler isso de você, nossa fiquei até boba aqui. Sabe que apesar de ter tido pouco tempo para comentar, eu acompanho o trabalho de alguns autores que admiro e você é um deles. E ler essas observações me faz muito feliz, acredito que estou no caminho certo né?! Vou caprichando e claro aprendendo com os mestres que encontro no caminho dessa jornada porque eu sei que nasci para fazer isso, contar histórias!!! Bjussss

    PS: Kadu é meu bebê fofo lindo … meu <3

  • Obrigado Hugo, que bom que fez você ter essa sensação de nostalgia, eu adorei escrever esse conto e bem capaz de virar um livro ou se me empolgar posto com web série aqui no Cyber. Valeu pelas observações!!! <3

  • Obrigado Hugo, que bom que fez você ter essa sensação de nostalgia, eu adorei escrever esse conto e bem capaz de virar um livro ou se me empolgar posto com web série aqui no Cyber. Valeu pelas observações!!! <3

  • Por alguns instantes me senti adolescente quando jogava RPG com meus amigos no ensino médio. O romance, as sutilezas e a temática dos jogos. Tudo muito bem posicionado. Parabéns!

  • Por alguns instantes me senti adolescente quando jogava RPG com meus amigos no ensino médio. O romance, as sutilezas e a temática dos jogos. Tudo muito bem posicionado. Parabéns!

  • Que delícia de leitura e história. Todo um universo teen + geek muito bem representado e exposto sem exageros , na medida, sem a pretensão de parecer didático, o que muita das vezes encontra-se em textos cujos mundos não estão ligado à rotina do corre corre da “realidade”..

    Parabéns Isa. Está se tornando mais e mais uma promissora escritora, se permitindo evoluir a cada texto apresentado. Saiba que na arte o céu não é o limite e você está caminhando muito bem por essa estrada.

    E que venham outras histórias de Isa Miranda. para o deleite de todos e, principalmente, dos seus fãs.

    Um beijo no coração.

  • Que delícia de leitura e história. Todo um universo teen + geek muito bem representado e exposto sem exageros , na medida, sem a pretensão de parecer didático, o que muita das vezes encontra-se em textos cujos mundos não estão ligado à rotina do corre corre da “realidade”..

    Parabéns Isa. Está se tornando mais e mais uma promissora escritora, se permitindo evoluir a cada texto apresentado. Saiba que na arte o céu não é o limite e você está caminhando muito bem por essa estrada.

    E que venham outras histórias de Isa Miranda. para o deleite de todos e, principalmente, dos seus fãs.

    Um beijo no coração.

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